Destaques


Por Blog da Hida •
03 janeiro 2021

Desafio literário para ler mais em 2021



Ler é tudo de bom! A leitura estimula a criatividade, reduz o estresse, auxilia o cérebro, melhora o conhecimento e desenvolve o pensamento crítico. Apesar disso, muitas pessoas contam que têm dificuldades para manter contato com os livros. A última pesquisa Retratos da Leitura mostrou que 82% das pessoas gostariam de ter lido mais, porém se desorganizam e não conseguem colocar os livros na rotina porque perdem tempo com whatsapp e redes sociais


Estamos com um ano novinho pela frente e quero te fazer um convite muito especial: embarcar comigo no desafio literário 2021. A proposta é que você leia com mais diversidade e pluralidade. Afinal, quantos livros escritos por mulheres você leu em 2020? Quantos livros publicados por pessoas pretas você teve contato nos últimos meses? Você já fez alguma leitura LGBTQ+? A sua estante tem algum livro escrito ou protagonizado por pessoa com deficiência? Já apoiou algum autor independente? Já inseriu na sua meta literária as obras que abordam feminismo negro, antirracismo e anticapacitismo? Se você respondeu NÃO para grande parte dessas perguntas, dá tempo de mudar esse cenário. 


O desafio literário que proponho para o seu novo ano funciona assim: o objetivo é que você leia 12 livros diferentes ao longo de 2021. Ou seja, dá para se organizar e ler um livro por mês. Você escolhe o tipo de leitura (contos, poesia, biografia etc) e vai atrás de um título coerente com esse perfil. E o bacana é buscar livros que trazem pluralidade. 


Consumir e apoiar produção literária que inclui e traz diversidade é fundamental para combater rótulos e preconceitos. 


Além da imagem com as categorias para você ler ao longo do ano, estou deixando uma lista com sugestões de livros dentro de cada perfil. São apenas dicas para orientar quem não sabe por onde começar, mas fique livre para escolher o livro que desejar. Além disso, você pode fazer a sua ordem de leitura. O objetivo é que você faça tudo de forma leve e divertida. 


Compartilhe essa ideia com os seus filhos, amigos, parentes e colegas de trabalho. 


Ah, vamos combinar uma coisa? Eu quero acompanhar todo mundo que está participando do desafio, então, por favor, use a hashtag #HidaIndica no Instagram caso você for embarcar nessa comigo. Vou adorar saber o que você está lendo! 


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Por Blog da Hida •
15 dezembro 2020

Campinas ganha unidade da lanchonete Mundo Animal



Os moradores de Campinas contam com mais uma opção de lazer e gastronomia: a Mundo Animal - rede de lanchonete temática que começou a funcionar na cidade em dezembro e é a primeira unidade do grupo no interior de São Paulo. 

Visitei o espaço no dia 9 de dezembro, durante evento de inauguração, e a estrutura promete agradar todos os públicos. Em tempos de pandemia, a Mundo Animal é ampla, com capacidade de atendimento que mantém o distanciamento social e traz conforto ao público.

Além dos cuidados em relação ao novo coronavírus, o espaço possui acessibilidade e área infantil para que as crianças possam curtir e brincar bastante.

O visitante conta ainda com estacionamento no local. O serviço custa R$ 15,00 e tem apoio de manobrista. 



Com investimento em torno de R$ 1,5 milhão, a Mundo Animal em Campinas é a maior unidade do Brasil, com 3 mil m² e capacidade para 860 clientes. Somente de espaço kids são 160 m². O estacionamento conta com 150 vagas. Esta é a 35ª loja da marca, que vê crescer o número de unidades espalhadas pelo país, mesmo diante do cenário de recessão provocado pela pandemia. O sucesso é resultado da combinação de ambiente temático, com direito a pocket show do mascote da rede, mais espaço kids, cardápio com porções econômicas e bem servidas, isenção de taxas de serviço e atendimento que cativa as famílias.

Os pratos do cardápio levam nomes de animais, como “Elefante”, “Rinoceronte”, “Leão”, “Girafa” e “Zebra”. Uma das mais desejadas especialidades da lanchonete é a torre de batatas, conhecida como Batatão, composta por batatas fritas acompanhadas por diferentes carnes, recheios e molhos variados. A decoração é composta por móveis feitos artesanalmente e revestidos com estampas de animais, além de estruturas de madeira que espalham plantas pelo ambiente. 

Para o franqueado da Mundo Animal de Campinas, Rodrigo Longhi, a marca chega para causar um impacto em diversas áreas da cidade. “Não estamos somente falando dos empregos diretos ou do plano de carreira para esses novos funcionários, nem somente sobre movimentar indiretamente a economia da cidade, mas também de trazer uma nova experiência gastronômica para a Região Metropolitana de Campinas. A cidade é uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro e uma metrópole que possui um grande volume de famílias, nosso principal público. O nosso diferencial, sem dúvida, é oferecer uma experiência diferenciada para o cliente, somada a entretenimento, preço popular e muita segurança, já que reabriremos com capacidade total”, afirma o empresário, que vai comandar a unidade ao lado dos sócios Mateus Alves da Silva e Ari Andrade, fundador da marca.

Serviço
Mundo Animal Lanchonete Temática
Endereço: Avenida Barão de Itapura, 105 – Centro – Campinas
Estacionamento no local. Valor: R$ 15,00



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07 novembro 2020

'Bom Dia, Verônica' escancara a violência contra a mulher



Você assistiu “Bom Dia, Verônica”produção nacional da Netflix? O que achou? Eu vi a primeira temporada da série e antes mesmo de dizer o que achei, preciso fazer alerta importante sobre o conteúdo: “Bom Dia, Verônica” é torturante. A classificação indicativa em 18 anos não é à toa: a produção da Netflix tem cenas fortes de mortes, violência psicológica e agressões físicas. Então, se você for sensível com esse tipo de conteúdo, é fundamental saber que há muitos gatilhos. 


“Bom Dia, Verônica” é baseada no livro homônimo de Ilana Casoy e Raphael Montes (que o escreveram sob o pseudônimo Andrea Killmore). Ilana Casoy é criminóloga e dedicou-se a estudar perfis psicológicos de criminosos, especialmente de serial killers. Já Raphael Montes é escritor e roteirista brasileiro de literatura policial.


Os atores Tainá Müller, Eduardo Moscovis e Camila Morgado atuam como personagens principais na série da Netflix. Tainá é Verônica; uma escrivã policial; Moscovis vive o Brandão – um policial que agride a esposa –; e Camila Morgado é Janete, a esposa de Brandão e vítima de violência.


Verônica Torres trabalha como escrivã na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar o suicídio de uma mulher vítima de um golpista na internet, ela decide investigar casos de mulheres vítimas de violência. 


O que diferencia Verônica dos demais colegas da delegacia é a capacidade de ouvir as vítimas. Ela deixa as mulheres numa posição confortável para que possam contar exatamente o que estão passando. A partir dessa escuta sensível e um processo de conversa com muita empatia, Verônica se coloca no lugar do outro e dá relevância para os casos. Quando começa a fazer investigações, Verônica enfrenta machismo e corrupção dentro da delegacia em que trabalha. Todos esses problemas no sistema vão inviabilizando o trabalho dela e trazendo dramas familiares e pessoais que Verônica precisa solucionar na própria vida. 


A série aborda machismo, feminicídio e abusos de forma muito profunda e assustadora. Confesso que todas as cenas de violência me causaram tristeza por causa do sofrimento das vítimas. Além de mostrar que a vítima de violência necessita de atenção, “Bom Dia, Verônica” reforça que os casos de violência contra mulheres são problemas de todo mundo e que a sociedade não pode fechar os olhos para isso. 


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09 outubro 2020

Transição capilar e big chop: como foi a minha experiência


Oi! Tudo bem?


Vou começar esse texto de maneira leve, como se fosse um bate papo, porque a ideia é justamente ficar pertinho de você que está lendo e tem interesse em saber como foi a minha transição capilar e como passei pelo big chop. Antes de mais nada, preciso deixar claro que esse texto é um relato pessoal e um registro dessa etapa da minha vida que quero deixar aqui no meu blog. É muito importante e fundamental que você procure um especialista antes de fazer qualquer procedimento no seu cabelo. Independentemente se eu estava de cabelo alisado, com trança ou natural, nunca fiz nada sem supervisão. Sempre busquei consultoria de pessoas especializadas no assunto. Recado dado. Agora vou retomar o assunto da mudança no cabelo.


Chegar na etapa de transição capilar não foi um processo rápido para mim. Levou anos, na verdade. Então, antes mesmo de contar como foi chegar nesse cabelo da foto acima que ilustra esse texto, vou escrever aqui para você como era a relação que eu tinha com o meu cabelo. 


Tenho 29 anos e fiz escova progressiva dos 13 aos 28 anos. Ou seja, foram muuuitos anos fazendo alisamento e colocando química no cabelo. Até os 13 anos de idade eu sempre vivia de cabelo preso. Como ele é volumoso, usava trança, fazia coques, enfim, o cabelo ficava constantemente amarrado. Nesta época não existia referência e informação como há atualmente, então o cabelo crespo e cacheado sempre perdia espaço. O liso era referência. Para nós, mulheres de cabelo afro, sempre foi ensinado que era necessário prender o cabelo. Ainda bem que hoje as coisas mudaram e temos opções de produtos e referências para nos inspirarmos. 


Na adolescência, porém, acompanhei a chegada da escova progressiva nos salões e percebi como o procedimento estava fazendo sucesso entre as mulheres. Tinha uma infinidade de propostas de alisamento no mercado e todas, sem exceção, ofereciam aquilo que até então eu não tinha alcançado com meu cabelo: liberdade.

Eu amei fazer esse ensaio fotográfico. Nessa época, como pode  ver, usava progressiva no cabelo.


Entrei nessa "onda" de escova progressiva e até os 28 anos de idade seguia todos os passos religiosamente. Meu cabelo cresce rápido e a cada três meses lá estava eu no salão novamente para viver o estica, puxa, esquenta, alisa. O resultado do cabelo até que me agradava. Curti por muitos anos ficar com os cabelos alisados, mas com o passar do tempo percebi que isso estava me deixando triste.

Não julgo quem faz alisamentos e por muitos anos esse processo foi uma solução pra mim, mas depois percebi que estava aprisionada numa rotina de cuidados com o cabelo que na verdade não me trazia liberdade. Dias de chuva, por exemplo, eram sempre chatos porque iriam bagunçar meu cabelo. Piscina, parque aquático ou praia nem era opção de passeio pra mim porque eu não poderia estragar os fios. Enfim, ficar refém de um cabelo liso que não me deixava fazer as coisas mais legais da vida foi me irritando. Fui perdendo a graça em fazer alisamento. Não estou dizendo que pessoas que fazem progressiva não podem ou não devem pegar chuva ou curtir piscina. Claro que podem! Mas é que no meu caso tudo isso era um transtorno porque bagunçava o cabelo.  


Também passei a sentir desgosto por passar horas desconfortáveis no salão. Já estava enjoada de secador, chapinha, cheiro forte de produto e cabelo ressecando por causa de química. Toda fase de retocar a raiz do cabelo com a progressiva passou a ser chata. 


Mas até isso acontecer levou muitos anos. Isso porque, querendo ou não, alisar o cabelo estava me trazendo certa comodidade no dia a dia. Eu levantava, penteava o cabelo e estava tudo certo. Mas custava caro ter essa comodidade. E nem estou falando de caro por causa de valores financeiros. Custava caro porque eu tinha que abrir mão de momentos legais. Ganhava por um lado, mas perdia por outros.

Enquanto acontecia esse turbilhão de sentimentos dentro de mim, a Sara, minha irmã - que até então também fazia alisamento - entrou em transição capilar. Ela cansou do alisamento, cortou o próprio cabelo e deixou crescer naturalmente. Foi uma etapa importante pra ela. A Sara fez tudo isso sozinha, apenas buscando referências e informações na internet. Sem saber, ela estava me ajudando. Ver a força dela com tudo isso foi o que me ajudou a tomar decisões. A luta e resistência dela inspiraram a minha caminhada. 


No mês de maio de 2019 decidi parar de fazer progressiva. Já estava na fase de "retocar" a raiz do cabelo com novo alisamento, mas simplesmente abri mão. Na época, pensei assim "ah, deixa quieto, vou parar com isso". E de fato parei. O cabelo foi crescendo. Engraçado foi que na época da progressiva achava que ele crescia muito rápido. Quando entrei na transição, achei o ritmo de crescimento dele muito lento. Mas era tudo coisa da minha cabeça: o cabelo estava fazendo tudo do jeito dele, no tempo certo e eu é que estava com pressa! Com o tempo o cabelo foi ganhando crescimento e passei a ter que lidar com duas texturas: a parte natural, toda cacheada em cima, e a parte lisa embaixo, resultado de anos de alisamento. 


Esse momento de duas texturas evidentes foi difícil porque até prender o cabelo para fazer rabo de cavalo já estava ficando complicado. De maio de 2019 até fevereiro de 2020 encarei essas duas texturas sem fazer nada. A Sara me ajudava fazendo hidratações em casa e eu mantinha o cabelo crescendo naturalmente. Não fazia escova e nem chapinha. Afinal, a ideia era não jogar mais calor no bichinho. 

Plena na rede já com duas texturas no cabelo. Essa foto é de novembro de 2019. Perceba que a frente já começa a ficar "espetadinha", mas eu estava feliz pela decisão da transição


Em março de 2020 eu decidi fazer tranças no cabelo. Foi um passo importante porque o cabelo estava crescendo e a diferença de textura estava gritante. Por outro lado, cortar ele nesse momento e fazer o big chop ainda era cedo. Isso porque o cabelo ficaria muuuito curto e eu poderia me frustrar se fizesse um corte muito curto. Fiz a trança justamente para aguentar o máximo de tempo possível sem cortar o cabelo. As tranças me ajudaram a encarar tudo com paciência, leveza e estilo. Curti muito essa fase de box braids. Para quem não sabe, box braids  são aquelas tranças feitas desde a raiz do cabelo, que unem fibra sintética e cabelo natural.


Usei tranças de março a setembro de 2020. Foi um período muito bacana. Brinquei muito com as possibilidades e a cada mês estava com um modelo diferente de trança no cabelo. Fiz trança solta, boxeadora e nagô. Ameeei todas!



Em outubro, com a chegada das férias do trabalho, estava decidida a tirar as tranças e ver como o cabelo estava para eu fazer o big chop. Para a minha alegria, o bichinho já estava num comprimento muito bom e poderia cortar sem frustração.


Na quarta, dia 7 de outubro, liguei no Mix Mania Cabeleireiros - salão especializado em cachos e crespos em Campinas -, perguntei o valor do corte e qual a data disponível. A atendente passou as informações e disse que tinha horários já para o dia seguinte, na quinta, dia 8 de outubro. Agendei para 14h e lá fui fazer o corte. Chegando no local, fui atendida pela Edlaine Monteiro, cabeleireira especialista em cabelos afros e cacheados.
 

Ela conferiu o tamanho do meu cabelo e fez uma foto antes de cortar pra fazer a comparação após o corte e finalização. Foi muito bacana o atendimento porque ela ensinou a identificar a curvatura do meu cabelo e deu dicas de como cuidar no dia a dia. 

Não saí de lá apenas com um corte de cabelo. Saí de lá com um black power muito bonito e diversas possibilidades de ter uma rotina mais leve, repleta de liberdade.

Estou muito feliz com essa etapa. Tudo aconteceu no tempo certo. Acredito que a transição não aconteceu nem cedo e nem tarde. Ela veio em uma fase da vida que estou preservando o autocuidado, amor próprio e autoconhecimento. Quando a gente está forte por dentro, fazer mudanças externas é mais simples.

Eu espero que de alguma forma esse texto ajude a inspirar você ou alguma pessoa do seu convívio! Tem mais dúvidas, curiosidades? Deixe o seu comentário aqui embaixo porque respondo tudo depois <3













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Por Blog da Hida •
06 outubro 2020

Filme '100 Metros' aborda a importância da autoconfiança


Ramón vê o mundo desabar quando recebe o diagnóstico de esclerose múltipla. Muito dedicado à família e ao trabalho como publicitário, não consegue imaginar-se dependendo dos cuidados das demais pessoas. Quando descobre a esclerose múltipla, os médicos informam que a doença autoimune e degenerativa já está em estado avançado. O corpo de Ramón frequentemente começa a dar sinais de debilidade e, durante o processo de tratamento, ele se depara com uma pessoa pessimista que afirma que dentro de um ano Rámon será incapaz de andar 100 metros.


Após perceber como a doença passou a afetar a rotina e modificar completamente a capacidade de fazer coisas simples como abrir e fechar as mãos, Ramón entra numa fase de derrota e sentimentos negativos


Com a ajuda da esposa, o publicitário decide questionar todas as limitações do seu corpo e mostrar que tem força para enfrentar as adversidades trazidas pela esclerose e se inscreve num ironman, prova de triatlo em que o participante precisa cumprir 3,8 quilômetros de natação, 180 quilômetros de bicicleta e 42 quilômetros de corrida


O preparo para participar da prova é árduo e Ramón recebe treinamento do sogro. Todos os dias ele percebe que a vida é uma manifestação de coragem e capacidade de fazer sacrifícios para superar os limites do próprio corpo e fazer aquilo que muitos disseram ser impossível.


O filme 100 metros é baseado na história de Ramón Arroyo. Com direção de Marcel Barrena, a obra está disponível na Netflix e tem quase 2 horas de duração. Vale a pena assistir porque diz muito sobre resiliência e superação


Além disso, prova que é muito importante acreditar em si próprio e escolher muito bem as pessoas ao nosso redor porque na vida ninguém “corre” sozinho



As fotos que ilustram esse texto são de cenas do filme/ Crédito: Divulgação
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Por Blog da Hida •
05 outubro 2020

Made in roça: como foi correr em uma fazenda


A pandemia do novo coronavírus modificou diversas atividades e com o setor de corrida de rua isso não foi diferente. Com as restrições impostas pela covid-19, eventos que reúnem grande número de público tiveram que ser cancelados no decorrer do ano e com isso muitas provas presenciais de corrida foram afetadas. 

De acordo com os dados do Governo do Estado de São Paulo, os casos de covid-19 estão reduzindo nos municípios paulistas, o que proporciona medidas de flexibilização das atividades esportivas e econômicas. Apesar disso, é necessário que todos tenham consciência e sigam os cuidados sanitários que são exigidos pelas autoridades em saúde como, por exemplo, uso de máscaras e distanciamento social. Afinal, sossego mesmo a gente só vai ter quando sair uma vacina! 

No dia 3 de outubro tive a oportunidade de participar da minha primeira corrida de rua presencial pós-pandemia: a Made in Roça. O evento foi realizado na Fazenda Nossa Senhora da Conceição, em Jundiaí, e seguiu todos os protocolos de segurança.

A largada da corrida aconteceu em horário agendado. Para evitar aglomeração, o evento foi distribuído em diversos finais de semana. A organização permitiu apenas 10 atletas por horário de largada. Eu e o Michel, meu namorado, participamos do primeiro dia da corrida. Agendamos a nossa largada para 7h, o primeiro horário.

O kit da corrida - formado por camiseta, chip de cronometragem, medalha, número de peito, ecobag e brindes de patrocinadores - foi entregue 30 minutos antes da largada. Para pegar o kit foi necessário higienizar as mãos com álcool em gel.

No momento de fazer a largada os atletas usaram máscaras e depois no percurso, ao ganhar distância, era permitido correr sem máscara. Não teve aglomeração e todo mundo respeitou as regras.

O percurso da prova foi numa área de mata. Corremos em chão de terra, grama e pedra. 

A paisagem da prova é muito bonita e agradável.

Durante o percurso, o atleta teve ponto de hidratação nas proximidades do terceiro quilômetro. Ao final da prova teve entrega de medalha, água e frutas. 

Fotógrafos da Agência Fotop marcaram presença e fizeram fotos lindas. As 3 fotos que uso para ilustrar esse texto foram compradas no site da agência. 

Pagamos R$ 75 por pessoa para participar da corrida. Para saber mais sobre o evento, é só clicar aqui.


Saiba mais sobre corrida

Eu amo falar sobre corrida de rua aqui no blog!

Em fevereiro deste ano, quando a gente nem sabia ao certo o que era coronavírus, publiquei um texto aqui no blog contando como é participar de uma corrida de rua. Clique aqui para ler.

E leia esse outro texto aqui do blog se você quiser saber os cuidados que deve tomar para participar de corrida de rua. 

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