Audiolivro: Treine seu cérebro para ser feliz (Tocalivros)

07 novembro 2021



Com o avanço da economia e da tecnologia, passamos a buscar constantemente pela felicidade. Diante de tanto interesse dos seres humanos pelo caminho da felicidade, existem por aí diversos estudos e pesquisas que se debruçam sobre esse tema.  Mas o que é felicidade para você? O que te faz feliz? Você é uma pessoa feliz? Caso não seja feliz, você sabe como encontrar a felicidade?


O dicionário define a felicidade como “estado de espírito de quem se encontra alegre ou satisfeito; alegria; contentamento; acontecimento ou situação feliz ou alegre”. 


Recentemente, escutei o audiolivro “Treine seu cérebro para ser feliz”, produzido pela plataforma Tocalivros. A narração do livro tem 9 horas de duração e durante esse período a narradora Sonia Perez vai trazendo os conceitos dos escritores Teresa Aubele, Stan Wenck e Susan Reynolds sobre como é possível programar e reprogramar o nosso cérebro para ser feliz.


O livro mostra que a felicidade está toda no nosso cérebro. Somos uma mistura de genética, química e emoções. Conforme descobrimos mais sobre o funcionamento do cérebro, é possível entender os processos que a mente humana percorre para alcançar os objetivos.


Diante de tantas descobertas e estudos, os neurocientistas constataram que hoje em dia é possível treinar o nosso cérebro para fazer coisas incríveis porque a forma como vemos o mundo ao nosso redor e a maneira como criamos associações fazem com que o nosso cérebro crie habilidades.


Essa capacidade que o nosso cérebro tem de se moldar é conhecida como neuroplasticidade. Em linhas gerais, a neuroplasticidade permite que o cérebro humano altere a estrutura física, reparando regiões comprometidas e criando neurônios ou até mesmo se livrando de neurônios antigos. É pela neuroplasticidade, por exemplo, que você não esquece como se anda de bicicleta. Isso porque essa capacidade de se moldar permite que o nosso cérebro reative circuitos há muito tempo adormecidos. Mesmo que você passe 10 anos sem pedalar, quando essa atividade for retomada, você conseguirá fazer.


E é por causa da neuroplasticidade que a ciência afirma ser possível treinar o cérebro para ser feliz. Isso ocorre porque nossas ações são capazes de expandir ou contrair regiões cerebrais importantes para os sentimentos. Se você é uma pessoa que se preocupa demais, está ativando caminhos que sempre ficarão acionados por causa do excesso de preocupação. Se você costuma sentir melancolia sempre que tem algum problema, o seu cérebro vai executar esse comando sempre que uma dificuldade aparecer na sua frente. Por isso, é fundamental ter pensamentos positivos.


Os neurocientistas explicam que o nosso cérebro é incapaz de diferenciar o que é fantasia. Com isso, se você projetar imagens e momentos felizes em sua mente, o cérebro vai entender como algo que realmente ocorreu e por isso você vai colher bons frutos ao despertar essa sensação de alegria.


Quanto mais pedir e pensar ideias felizes, mais o nosso cérebro funciona forjando novos circuitos neuronais e enfraquecendo conexões que geram pensamentos tristes, dando espaço para o bem-estar.


Diante disso, é fundamental nutrir atividades que reforçam pensamentos felizes e alegres. Ao usar o pensamento para escolher momentos bons, você cria a base para a felicidade. Há evidências científicas que se você visualizar uma coisa com intensidade e frequência necessárias, ela pode se tornar realidade. Aquilo que você diz, pensa e faz, importa e afeta quem você é por dentro e por fora. Por isso que você pode treinar o seu cérebro para ser mais produtivo, mais resiliente e mais feliz.


Entre os passos que são importantes para encontrar a felicidade, o livro pondera as seguintes ações:


- Pensar para ser feliz: mentalidade positiva traz processo de pensamentos saudáveis. No dia a dia, você pode, por exemplo, ler boas notícias.


- Meditar para ser feliz: medite e respire com calma. Meditar aguça a empatia e a felicidade. Nesse processo, você consegue libertação de pensamentos que atrapalham.


- Sentir para ser feliz: concentre-se em emoções positivas e reviva isso constantemente para gerar sentimento de gratidão. Uma pessoa grata consegue enxergar felicidade. Escreva 5 coisas pelo qual você é grato no seu dia. 


- Divertir-se para ser feliz: brincar estimula a mente e deixa o cérebro feliz. Viva o agora. Desfrute o presente com atividades alegres.


- Dormir para ser feliz: o sono é fundamental para a sua saúde. Quem dorme bem, vive feliz.


- Comer para ser feliz: um cérebro feliz é um cérebro saciado. Escolha sempre nutrientes saudáveis. Aquilo que você come afeta suas células e o seu corpo.


SAIBA MAIS

Treine seu cérebro para ser feliz (Audiolivro/Tocalivros)

Autor(a): Dr. Teresa Aubele, Dr. Stan Wenck, Susan Reynolds

Narrador(a): Sonia Perez

Duração: 09h37m35s

Editora: Universo dos Livros

Sinopse: A felicidade começa no nível celular e, como seu cérebro gera novos neurônios todos os dias, você literalmente pode se programar para ser feliz… basta saber como.

Com este guia inovador, você incita seus neurônios a provocarem a alegria aprendendo a: Redirecionar a resposta de luta ou fuga que causa estresse e ansiedade; Concentrar a atenção das células de sua massa cinzenta no bem-estar emocional; Envolver-se em atividades que inundam seu cérebro com dopamina e serotonina, além de outros neurotransmissores “da felicidade”; Satisfazer a fome de prazer que seu cérebro sente por meio de uma dieta e de uma série de exercícios de meditação; Melhorar sua nutrição e, por consequência, sua qualidade de vida incluindo em sua dieta as vitaminas e os suplementos certos; Enganar seu cérebro de modo a fazê-lo construir novas vias de serenidade.

Resenha: Presente para partilhar

08 outubro 2021

Toda vez que começa um novo ano, penso em quais metas de leitura desejo cumprir para ampliar minha bagagem literária. Prometi que em 2021 iria ler mais livros nacionais e, principalmente, descobrir mulheres que estão produzindo literatura. E foi  durante um projeto de leitura coletiva da LC Agência de Comunicação que tive contato com o e-book “Presente para partilhar”, escrito por Ana Carol Veloso e Bruna Oliveira.


O livro digital é um YA (Young Adult) que conta a história de Beatriz e Letícia, duas irmãs por parte de pai que chegaram no mundo adulto sendo criadas em famílias e cidades diferentes. 


A história começa mostrando o vínculo forte das irmãs durante a infância e aborda como a mudança de cidade trouxe também alterações de personalidade. Afinal, de maneiras distintas, cada uma estava trilhando a vida rumo ao mundo adulto. Nesse contexto, o livro traz conflitos que fazem parte da realidade de todos os jovens como, por exemplo, amizades, a batalha para entrar no ensino superior, luta pela confiança dos pais e dos amigos, sentimentos e emoções pessoais que formam o ser humano.


Além de destacar as narrativas das protagonistas, o e-book coloca em cena personagens secundárias que abrem discussões paralelas que são extremamente relevantes. Três personagens envolvidas nas rotinas das duas irmãs abordam mensagens de empreendedorismo feminismo, homofobia e racismo. Encontrar esse tripé na história foi algo que despertou muito o meu interesse no desenrolar da leitura porque considerei pertinente que um livro voltado para os jovens aborde assuntos que nem sempre são colocados em evidência nesse tipo de literatura.


Participei de 3 discussões sobre o e-book. As duas primeiras foram virtuais e a terceira foi por vídeo e com a participação das autoras. Durante esse bate papo elas contaram que se conheceram durante um processo de mentoria para escritores. 


A Ana dá aula para o ensino fundamental e a Bruna é formada em Administração e tem uma papelaria. Ambas se envolveram nesse universo literário e criaram o livro para explorar debates e dúvidas dos jovens adultos.


Elas contaram ainda que no processo de produção de "Presente para partilhar" foram atrás de realizar leitura sensível para os temas que foram discutidos com a proposta de garantir que o conteúdo fosse transmitido de maneira adequada. 


O livro é extenso e conta com 569 páginas distribuídas em 64 capítulos intercalados entre a visão de mundo da Beatriz e da Letícia. Ou seja, cada irmã é abordada por capítulos. A linguagem é dinâmica e a leitura muito agradável. Vale a pena ler e indicar para os amigos. O livro pode ser adquirido pela Amazon. 


Volta SP 10k: como foi participar da cobertura jornalística de um evento-teste de corrida

05 setembro 2021



Esse texto com certeza vai ser um dos mais especiais que já escrevi neste blog. Quando decidi criar esse blog em 2015 era justamente pra manter um registro de bons momentos e o que eu vou contar aqui hoje me enche de muita alegria. No dia 29 de agosto de 2021, a capital paulista recebeu a Volta SP 10k, uma prova piloto de corrida de rua realizada pela Abraceo (Associação dos Organizadores de Corrida de Rua e Esportes Outdoor) em parceria com o Governo do Estado de SP.

O objetivo do evento foi testar e avaliar estrutura de segurança em relação ao coronavírus com o objetivo de orientar uma futura retomada das provas de corrida de rua, já que desde março de 2020 esse tipo de evento está suspenso por causa da pandemia do coronavírus.

Quando soube do evento, fiquei muito interessada em participar como atleta porque amo corrida de rua. Viajando nas ideias, decidi ir além: ofereci uma reportagem sobre o assunto para emissora em que trabalho. O objetivo era fazer uma reportagem no estilo diário, contando como foi vivenciar o evento e mostrar as coisas diferentes que o atleta iria encontrar nessa corrida totalmente diferentona.

O projeto foi aprovado pela TV e lá fui eu fazer a reportagem em parceria com o repórter cinematográfico Luciano Machado e o auxiliar técnico Rodrigo Zeida. Para participar da corrida era necessário fazer exame de covid-19. A pessoa teve duas possibilidade: fazer PCR 48h antes da prova ou então realizar teste rápido no momento de retirar o kit. A nossa equipe de reportagem optou por fazer o PCR.

Sem covid  e com o kit em mãos, encaramos o desafio de 5 quilômetros de corrida. Durante o trajeto os trabalhadores usavam luvas e teve outras situações diferentes nessa prova: os copos tinham distanciamento para que uma pessoa não encostasse no copo de água da outra. Além disso, em cada ponto tinha máscara seca para que o corredor pudesse trocar.

Quem participou da corrida teve que usar máscara durante todo o percurso e tinha equipe de fiscalização com motos no trajeto monitorando se os corredores estavam usando a máscara corretamente.

Eu amei participar da experiência e adorei o resultado final, que foi uma reportagem super bacana que produzi com apoio de vários profissionais e amigos da TV. Para assistir a reportagem  é só clicar AQUI






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