21 junho 2016

Ponto de vista: cada um tem o seu


Todo ponto de vista é singular porque cada um tem o seu. E foi com esse conceito que a artista plástica Lídia Barros Guimarães de Oliveira (ou Lis, como muitos a chamam), de 32 anos, decidiu criar o @pondivista, perfil com 18,6 mil seguidores no Instagram que expressa opinião por intermédio de fotografias, ilustrações e brincadeiras com as coisas do cotidiano.

"@pondivista surgiu em 2014 com a proposta de ver a vida de um ponto de vista diferente, mais divertido, mais leve", conta Lídia ao comentar sobre o projeto.

A inspiração para criar as ilustrações que alimentam o perfil, conta a artista, vem da música, da poesia, dos livros, animais, momentos e pessoas. "Tudo me inspira. Gosto de usar diversas técnicas num mesmo desenho. Então eu uso bastante aquarela, acrílicas, linhas para bordar, madeira, bastidor, telas, papel e colagem", completa ela ao citar os materiais que usa para confeccionar as atividades.

Quer conhecer mais o trabalho da Lídia? Então siga o @pondivista no Instagram. A artista aceita encomendas e para pedir o seu desenho é só escrever para pondivista@gmail.com e consultar os valores e procedimentos. 



19 junho 2016

A bailarina fantasma


"No fundo, as pequenas mortes da natureza eram para Anabela uma esperança de fazer contato com a mãe, especialmente quando ela via um miosótis - a flor preferida de Melinda - com as pétalas começando a amarelar, dando sinal de que era hora de partir. Anabela amarrava delicados bilhetinhos, feitos de papel recortado e letrinha miúda, nos miosótis que morriam no quintal. Enterrava os bilhetes e as flores com cuidado. Eram recados curtinhos, segredos, notícias, contando que estava bem na escola, que melhorara da gripe, ou às vezes, breves confissões de saudade."

Escrito pela jornalista Socorro Acioli, o livro A Bailarina Fantasma conta a história de Anabela, uma menina que mora na Travessa do Anjo - a casa mais antiga de Fortaleza - e adora ter contato com livros, decoração, música, bichinhos e natureza. 

A rotina de Anabela muda quando o pai dela, que é arquiteto, é convidado para fazer a reforma do Theatro José de Alencar, considerado um dos destaques da arquitetura brasileira. Cenário de encontros e desencontros, o teatro já serviu de palcos para muitos artistas. Anabela fica encantada com a história do local e decide acompanhar o pai em todas as empreitadas da reforma.

Em uma das visitas ao teatro, Anabela tem a oportunidade de assistir a encenação da peça Giselle, porém, em meio às dançarinas, todas vestidas com tutu branco, há uma dançarina azul, diferente das demais. Assustada, Anabela olha ao redor e percebe que apenas ela enxerga a bailarina azul. O que fazer diante dessa descoberta? Anabela escolhe mergulhar nessa história e encontra um passado repleto de amor, amizade, tristeza e muita cultura.

Além das ilustrações (veja um exemplo na foto abaixo), um dos pontos positivos do livro é a forma detalhista como Socorro Acioli descreve os cenários da história. É a partir dessa característica que o leitor ganha liberdade para imaginar como é a casa de Anabela, os espaços do teatro, a bailarina azul e todos os personagens do livro. Recomendo a leitura! De zero a 10, merece nota 10.
Livro: A Bailarina Fantasma
Autor: Socorro Acioli
Editora: Seguinte
Tamanho: 186 páginas

14 junho 2016

Como cuidar de cactos e suculentas

Morar sozinho e não ter habilidade para cuidar de plantas são características que atrapalham quem deseja ter um jardim em casa, mas os cactos e as suculentas são ideais para mudar essa realidade. Segundo Marina Pierobon, proprietária da Lá da Naná – empresa especializada em terrários –, essas plantas são práticas e não demandam muitos cuidados.

“Eu costumo brincar que os cactos e as suculentas são plantas de pessoas preguiçosas. Elas são independentes e não precisam de muita dedicação. Basta manter em um ambiente arejado e regar com uma colher de sopa com água a cada 10 dias”, diz Marina ao explicar os cuidados com as plantinhas.

Proprietária da loja Carimbo, no bairro Cambuí, em Campinas, Adriana Grou aprova o uso dos cactos na decoração dos ambientes. “Temos aqui na loja e deixa o visual bem bonito. Facilita o dia a dia e ainda dá um ar bacana para a loja”, afirma Adriana.

Para dar um toque especial no trabalho ou em casa, é possível investir em terrários com designs arrojados e personalizados.

“Eu faço as peças com vidros e ferro. Trabalho com uma artesã e criamos em diversos tamanhos”, esclarece Marina.

Um terrário personalizado da marca Lá da Naná pode variar de R$ 150 a R$ 400, mas é possível dar mais vida ao ambiente por um valor menor. “Quem não tem possibilidade de investir em um terrário personalizado, pode fazer o seu próprio terrário usando becker, que são aqueles famosos vidrinhos das aulas de química. São estilosos e mais baratos”, defende Marina.

Os produtos necessários para fazer a terra para os cactos, explica Marina, podem ser encontrados em lojas de agropecuária. Cactos e suculentas, recomenda a especialista, podem ser achados em floriculturas por preços que variam de R$ 5 a R$ 10.

Acompanhe a marca Lá da Naná pelo Instagram @la_da_nana

Marina Pierobon vende terrários personalizados / Foto: PedroAmatuzzi/Código 19

Adriana Grou (de branco) usa cactos na decoração da loja / Foto: Pedro Amatuzzi/Código 19
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