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Medo de perder amigos faz brasileiro ficar conectado

Estudo realizado pela Kaspersky Lab – empresa do ramo de segurança de computadores – constatou que 73% dos brasileiros querem abandonar as redes sociais, porém permanecem conectados porque têm medo de perder contatos com amigos e recordações das postagens que publicam nas plataformas. O desenvolvimento da pesquisa ocorreu de maneira on-line com 4.831 pessoas de países diferentes, sendo 887 do Brasil.

No total, 68% dos brasileiros que responderam aos questionamentos da pesquisa disseram que sair das redes sociais pode gerar perda de contatos com amigos. Outros 21% contaram que não abandonam as plataformas virtuais porque têm receio de perder fotos e lembranças importantes. Além disso, 37% confessaram que estão perdendo muito tempo nas redes sociais e prejudicando as atividades de rotina.

A advogada Luciana Gonçalves, 38 anos, faz parte do grupo que usa as redes sociais com frequência. Além de ter perfil no Twitter, Luciana interage com os amigos pelo Facebook. Segundo ela, o uso das mídias sociais é intenso e prejudica as tarefas do cotidiano. Eu geralmente tenho a parte da tarde do meu dia para fazer as coisas de casa, mas depois do almoço acesso o Facebook e, quando vejo, deu 17h e não fiz nada. Para passar no exame da OAB eu precisei desativar todos os meus perfis e sair dos grupos do WhatsApp. Foi uma medida que precisei tomar para ter concentração nos estudos da prova, relata a advogada.

Apesar de confessar que gasta muito tempo nas redes sociais, Luciana conta que tem receio de ficar off-line. Eu tenho parentes que moram longe e sempre preciso fazer uma ‘visita virtual’ para eles, digamos assim. O problema é que essa olhadinha se estende e passo mais tempo do que deveria, conta a advogada.

O administrador de empresa Gustavo Varela Cesna, 26 anos, também usa as redes sociais com frequência e precisou adotar medidas diferenciadas para desenvolver equilíbrio no momento de interagir nas plataformas.

Gustavo Cesna separou as redes sociais para deixar a rotina mais organizada/ Foto: Luciano Claudino/Código 19

Eu gerencio uma agência de turismo e uso bastante as redes sociais para mostrar pacotes para os clientes, mas em alguns momentos já me peguei dividindo tempo com as coisas pessoais. Depois disso, resolvi dividir as contas e criei um perfil pessoal e outro profissional. Acaba ajudando porque de fato consigo concentrar as coisas do trabalho no perfil profissional e não perco tempo, conta Cesna.

Para Scher Soares, especialista em comportamento e Desenvolvimento Humano, para não correr o risco de cair na procrastinação, é importante definir prioridades.

As pessoas têm mania de elaborar boas desculpas e no uso da internet isso é muito comum. Para não perder tempo e prejudicar a rotina, é preciso definir um tempo para uso das redes sociais, criar lista com as tarefas do dia e realizar sempre o que for mais importante. Tem que ter foco, recomenda Soares.
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A arte de desenhar letras


Inspirada em textos e frases de música, a advogada Beatriz Marques Moreira, 28 anos, usa papel e caneta para criar lettering - arte de desenhar letras combinando formas projetadas e específicas.

Bia, como prefere ser chamada, conta que desde criança gosta de desenvolver técnicas manuais. "Sempre tive essa tendência a ir para o lado artístico e de técnicas manuais, mas como a vida acabou me levando para o Direito, essa parte minha [desenho] acabou ficando guardada. Há sete meses criei o meu blog com a ideia de escrever textos de tudo que se passa pela minha cabeça. Uma coisa foi ligando na outra até que, um pouco depois da criação do blog, acabei tendo a ideia de criar as minhas próprias ilustrações para os meus posts. Foi dando tão certo que hoje em dia desenho bem mais do que escrevo", diz a advogada.

Além do blog, Bia compartilha as artes gráficas no Instagram @sobretudoquepassa. Segundo ela, quem deseja seguir neste ramo precisa se dedicar e buscar os materiais que mais se identifica. "Quando comecei a treinar, ouvi dizer que não tem material certo para começar e hoje percebo que é verdade. Comecei com o que tinha em casa e aos poucos fui comprando coisas novas. Hoje em dia uso e gosto muito das canetas Posca, da Uniball. Cada um tem que ver com qual material se adapta mais e 'começar começando'. É claro que tem muitas técnicas para aprender, mas depois que você dá o primeiro passo, tudo começa a fluir melhor", recomenda Bia.

Para contratar o trabalho da artista, basta escrever para o e-mail sobretudoquepassa@gmail.com. "Quem gostar dos desenhos pode encomendar tanto um lettering personalizado ou também um lettering em lousa para eventos como chá de bebê, casamentos, restaurantes e feiras. É só entrar em contato comigo por e-mail ou pelas redes sociais", afirma.








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Ideia fixa


Muito utilizados em escolas durante as aulas de Educação Artística, os recortes de papel ganham conceito e viram obras de design nas mãos da produtora de projetos culturais Marcela Pacola. Unindo referências da arte e da moda, Marcela cria colagens usando figuras que garimpa em jornais e revistas. Além de produzir murais com as imagens, a artista utiliza os materiais para personalizar objetos e confeccionar avisos de eventos do The Mix, bazar que gerencia no bairro Cambuí, em Campinas.

Desde pequena eu adoro colagens e fotografia. Eu costumava recortar imagens de jornais e revistas, mas acabava não usando para nada e os recortes ficavam guardados. A maioria era de revistas de moda. Em 2014 fiz um workshop sobre colagem com o Roger Bassetto [artista visual] e daí em diante resolvi seguir com minhas experimentações nessa linguagem artística, conta Marcela ao relembrar o início do trabalho com colagens.

Marcela Pacola cria colagens com recortes de jornal e revista / Foto: Luciano Claudino/Código 19

A inspiração para produzir os murais de colagens, conta a artista, vem de linguagens como fotografia, desenho, cinema e a própria colagem em si. Tudo que chama atenção e capta o meu olhar, o meu interesse, torna-se uma fonte de inspiração. Algumas técnicas ajudam no processo de construção da colagem como, por exemplo, utilizar um número definido de elementos ou uma cor específica. Minhas colagens têm como característica algo surreal, que denota estranheza, transgressão da verdade sensível, da razão ou pertence ao domínio da imaginação, do absurdo, esclarece.

Para produzir as colagens, Marcela segue um processo totalmente manual com o uso de acessórios como cola e tesoura. No momento de escolher as imagens que vão compor as artes, a produtora cultural prioriza recortes de revistas de vários tipos e épocas, de livros de arte ou qualquer outro material. Vou juntando os pedaços e uso cola branca para fixar. Depois, fotografo as colagens para ter um arquivo digital dos trabalhos, explica.

Para acompanhar as colagens da Marcela, é necessário seguir a artista no Pinterest (https://br.pinterest.com/mbrandipacola/). Também é possível ver a técnica das colagens aplicada na confecção de avisos por intermédio do Instagram @themixbazar.




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Jovem usa tirinhas para lutar contra o preconceito


Unindo criatividade e bom humor, a estudante de Artes Digitais Lana Sousa, 19 anos, cria tirinhas para criticar atitudes machistas e homofóbicas. Todo o material  de Lana é compartilhado na página Mundo Meio Roxo, que conta com mais de 79 mil seguidores no Facebook. Além de conscientizar os usuários com ilustrações contra o preconceito, Lana utiliza o espaço para falar sobre situações do cotidiano como signos e estudos. 

"Eu faço desenhos desde criança. Minha primeira inspiração para desenhar foi lendo A Turma da Mõnica e outras histórias em quadrinhos. A página foi criada em março", conta Lana ao explicar a relação que tem com o universo das ilustrações.

"Primeiro eu anoto o roteiro da tirinha em um caderno, depois eu faço o rascunho e a arte final no Paint Toll Sai e o Photoshop eu uso para editar os diálogos dos personagens da tirinha", diz Lana.

A abordagem sobre os assuntos polêmicos que rondam a sociedade, esclarece a jovem, surgiu com o tempo. "Descobri que tinha amigos que eram preconceituosos e eu consegui tirar esse pensamento deles. Então eu pensei se eu conseguiria fazer o mesmo por meio das tirinhas. Mudar pensamentos desse tipo", afirma Lana.


Fotos: a imagem que abre a postagem é do site Kaboompics e as tirinhas são da página Mundo Meio Roxo.
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Projeto ajuda a encontrar animais perdidos


Perder o pet nem sempre é uma situação simples de ser resolvida pelo tutor do bichinho e pode gerar problemas emocionais. Pensando nisso, a médica veterinária de Campinas, Larissa Gorni, 23 anos, criou o Patinhas Perdidas (@patinhaperdida), projeto no Instagram que ajuda a encontrar animais perdidos na RMC (Região Metropolitana de Campinas).

A ideia de criar o Patinhas Perdidas, explica Larissa, veio da necessidade de ter um projeto direcionado apenas para a localização de animais que se perderam dos tutores. "Tenho amigas que fundaram organizações não governamentais em Campinas e deu certo. Ajudam muitos animais e isso sempre me inspirou. Como sei que os objetivos das ONGs são os resgates e adoções, conversei com uma das amigas sobre minha ideia e ela achou útil e necessária. Então fui lá e fiz. O perfil é novo, acabou de sair do forno", conta a veterinária ao explicar que o projeto nasceu no dia 11 deste mês. 

Para atualizar o perfil no Instagram, Larissa gerencia um e-mail onde recebe fotos e históricos de animais que estão perdidos. Além de auxiliar a população de Campinas e região, o espaço é aberto para colaborar com ONGS. "A proposta é ajudar os animais perdidos a voltarem para casa e, claro, ajudar os donos a encontrar seus animais através das redes sociais, que na minha opinião são ferramentas que levam as notícias para bem longe, assim aumentando as chances do animal ser encontrado", afirma Larissa.

Para entrar em contato com o projeto, basta escrever para o e-mail patinhasperdidas@hotmail.com.

Fotos: Kaboompics e Reprodução Instagram, respectivamente.
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Granado e Phebo lançam kits especiais de Natal


Ganhar presente é tudo de bom! E quando esse mimo é um produto de beleza, a surpresa fica melhor ainda. Com o fim de ano batendo na porta, começa a correria para pensar nos presentes de Natal e amigo secreto. Pensando nisso, o Blog da Hida separou oito kits especiais das marcas Phebo e Granado. Além de ótima qualidade, os produtos não são testados em animas. Agora você tem bons motivos para escolher um dos kits e presentear uma pessoa querida. Confira!


1. Duo Lavanda (Phebo)
O kit contém produtos na fragrância Lavanda, da linha Águas de Phebo. A caixa é formada por colônia com notas de sálvia e alecrim, que proporcionam uma deliciosa sensação de frescor; e hidratante corporal enriquecido com glicerina vegetal.
Preço: R$ 92

2. Sabonetes vintage  Papai Noel (Granado)
Kit com sabonetes em barra embalados á mão e decorados com ilustrações do Papai Noel Granado, assinadas por desenhistas convidados pela marca. Os produtos vêm em uma lata com decoração em alto relevo. São três sabonetes na fragrância de gengibre e dois de amêndoa. 
Preço: R$ 50

3. Duo Carnaval (Phebo)
Charmosa caixinha com itens na fragância Carnaval, da linha Perfumaria Fina, em versões miniaturas. Contém perfume inspirado nos dias de folia e sabonete em barra com alta concentração de fragrância, enriquecido com manteiga de murumuru. 
Preço: R$ 68

4. Kit essencial para pés e pernas (Granado)
Lindo kit com itens essenciais para o cuidado dos pés, em tamanho para viagem. Contém talco cremoso antisséptico, que combate os efeitos da transpiração; gel para pés e pernas cansadas, que aumenta a circulação sanguínea e diminui os sintomas do cansaço; gel protetor de calos e bolhas, que evita o atrito com calçados e confere aspecto aveludado à pele; e manteiga emoliente, que hidrata e regenera a pele.
Preço: R$ 78

5. Lata banho limão siciliano (Phebo)
Charmosa lata com produtos na fragrância limão siciliano, da linha Mediterrâneo. Contém shampoo reparador, que renova os fios e devolve brilho natural; condicionador reparador, que hidrata e evita a quebra dos fios; leite hidratante com textura ultrafluida e rápida absorção; e sabonete em barra cremoso com base 100% vegetal e manteiga de murumuru. 
Preço: R$ 68

6. Duo Primavera (Phebo)
Caixinha com itens na fragrância primavera, da linha Perfumaria Fina, em versões miniaturas. Contém perfume inspirado em um recém-florido dia de primavera; e sabonete em barra com alta concentração de fragrância, enriquecido com manteiga de murumuru.
Preço: R$ 68

7. Kit essencial para mãos (Granado)
Lindo kit com três itens essenciais para o cuidado e hidratação das mãos, unhas e cutículas. Contém creme para as mãos com ativos vegetais; cera nutritiva unhas e cutículas, que hidrata e fortalece unhas quebradiças e creme para cutículas que hidrata, amacia e facilita sua remoção.
Preço: R$ 45,50

8. Kit viagem cedro do Marrocos (Phebo)
Lindo kit com produtos em versão miniatura na fragrância cedro do Marrocos. Contém colônia; shampoo antioleosidade e sabonete em barra cremoso.
Preço: R$ 53
Para comprar os produtos, basta acessar a loja virtual da Granado clicando AQUI.
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Celular: vilão ou aliado?

Seja para realizar e receber telefonemas ou até mesmo efetuar transações bancárias, o celular tornou-se o melhor companheiro do homem moderno. Contudo, de acordo com estudo realizado pela Deloitte – entidade de auditoria e consultoria empresarial –, o uso excessivo dos smartphones pode prejudicar a segurança e a vida conjugal das pessoas.

Por intermédio de pesquisa virtual, a Deloitte ouviu 53 mil usuários de smartphones em 31 países. No Brasil, o estudo contou com a participação de 2.005 pessoas com idades entre 18 e 55 anos. Entre os resultados verificados no cenário brasileiro, 15% dos respondentes disseram que já atravessaram a rua mexendo no celular. O risco para a segurança do usuário vai mais longe porque 12% disseram que já dirigiram interagindo com o smartphone.

Na hora de fazer as refeições, por exemplo, 35% dos participantes brasileiros do estudo contaram que checam o telefone móvel enquanto se alimentam e 30% confirmaram que têm pelo menos uma discussão de casal por semana por causa do excesso de uso do celular.

Especialista recomenda uso moderado do smartphone / Foto: Kaboompics
O coordenador de rádio Giuliano Santos Biondi, 32, faz parte do grupo de pessoas que não vivem sem o celular. “Eu uso todos os dias para coisas pessoais e do trabalho. Um dia fui atravessar a rua e uma bicicleta passou perto de mim e não vi porque estava mexendo no celular. Também já bati o rosto numa placa de rua porque estava entretido com o aparelho. Nesses momentos eu paro e reflito que preciso me controlar, mas na rotina do dia a dia, o celular sempre está comigo”, conta Biondi.

Na avaliação da psicóloga Rita Amálya Neves, o consumo de tecnologia sempre estará presente na vida das pessoas e junto com esse comportamento existem os fatores negativos e positivos.

“Hoje você consegue resolver uma situação pelo WhatsApp, por exemplo, e sem necessariamente precisar sair da sua casa. Mas o usuário que gosta de tecnologia precisa ter o pé no chão para encarar a vida no modo off-line também. Usar o celular na rua pode tornar a pessoa uma vítima de criminosos. Não se desligar do aparelho também traz prejuízos para os relacionamentos pessoais. Tudo deve ser avaliado”, alerta Rita.
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