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Estresse pode causar dor e depressão

Você já sentiu dores e até mesmo tristeza após passar por uma situação estressante? Se a sua resposta for sim, não precisa achar estranho. Uma pesquisa desenvolvida no Instituto Biológico da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) revelou que o estresse social pode ser uma das causas de dores crônicas e quadros depressivos.

Desenvolvido pelo biólogo Marco Oreste Finocchio Pagliusi Junior, o estudo foi elaborado durante dois anos e seis meses a partir de experimentos com 60 camundongos. Nos testes, roedores intrusos foram submetidos a uma espécie de bullying por camundongos residentes, que tinham uma linhagem mais robusta e agressiva. Uma parte do grupo subjugado apresentou características comportamentais e fisiológicas do tipo depressivas. Além disso, segundo o biólogo, o mesmo grupo apresentou maior sensibilidade à dor por um longo período de tempo, embora os roedores vítimas não tivessem nenhum tipo de lesão física.

“A gente não pode dizer que todas as pessoas que passam por estresse vão desenvolver dor ou depressão porque existem outros fatores que colaboram para isso, mas com certeza o estresse é um fator que pode desencadear esses sintomas. Levando isso para a realidade dos seres humanos, pode ser o estresse no trabalho, nas relações de marido e mulher e em todas as cobranças que as pessoas enfrentam no dia a dia”, conta Pagliusi Junior.

Ainda de acordo com o biólogo da Unicamp, a prática regular de exercícios físicos é uma das soluções para que as pessoas consigam enfrentar as demandas do cotidiano sem desencadear problemas de saúde.

Praticar exercícios físicos é saída para enfrentar o estresse / Foto: Image Source/Folhapress
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Página da Chloe conquista a internet

Originalidade, bom conteúdo e criatividade. Segundo os amigos Kin Wesley e Theo Dervick, esse é o segredo para fazer sucesso na internet. Moradores de Belo Horizonte e Manaus, respectivamente, os jovens são responsáveis pela criação e administração da página da Chloe, perfil que tem mais de 6 milhões de seguidores no Facebook e compartilha memes divertidos sobre situações do cotidiano.

Como o próprio nome sugere, a página é inspirada na Chloe, uma menina de cinco anos que mora nos Estados Unidos com os pais e a irmã Lily. "A ideia de criar a página surgiu espontaneamente em meio ao sucesso que o vídeo da Chloe e Lily estava fazendo em 2013.  Pouco mais de um mês após o vídeo ser postado no YouTube, o Kin criou a página e no mesmo dia recebeu mais de 100 mil curtidas. Em seguida me juntei a ele. Desde o início temos o apoio e autorização da mãe da Chloe. Mantemos contato sempre que possível. Ela adora o carinho que nós e o Brasil temos com as suas filhas", conta Theo ao explicar sobre o surgimento da página.

Criatividade é item fundamental na internet / Foto: Kaboompics
Para atualizar o perfil, os jovens buscam inspirações em situações do cotidiano. "Relacionamentos, amizade, escola, trabalho, preguiça, fome. Também nos inspiramos no nosso dia a dia. Criamos a partir de algo engraçado que nos aconteceu, ou alguma outra situação em que as pessoas se identifiquem de alguma forma. Também recebemos sugestões de nossos seguidores", afirma Theo.

Com três anos de existência, a página brasileira da Chloe conquistou muitos admiradores, mas os criadores garantem que é preciso suar a camisa para agradar o público. "A cada dia surgem muitas páginas, mas poucas delas conseguem fazer sucesso e se manter, principalmente as baseadas em virais da internet. A Chloe, por exemplo, tinha tudo para ser apenas só mais uma página viral temporária, e nós cientes disso criamos uma personalidade única para ela, abrasileiramos  e demos muitas características especificas que quem nos segue conhece bem", finaliza Theo.

CURIOSIDADE: Para deixar a página mais divertida e diferente, Kin e Theo deram uma linguagem própria para a Chloe. "O português é errado de propósito e a Chloe sempre troca a letra de palavras que se iniciam com "R" por "H", principalmente nas palavras hotária e hidícula", explica Theo.
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Esqueça um livro

Quem acompanha o blog sabe que eu já falei AQUI sobre o leitura no vagão, projeto que distribui livros para os passageiros de trem e metrô. Acredito que toda forma de compartilhar leitura é válida e por isso decidi "esquecer" livros em espaços públicos de Campinas. Achou estranho? Vou explicar.

A ideia de praticar o desapego literário surgiu no dia 3 de setembro depois que eu vi uma palestra do escritor, roteirista e dramaturgo Walcyr Carrasco na Bienal do Livro em São Paulo. Na ocasião, Carrasco comentou sobre os baixos índices de leitura entre os brasileiros e falou sobre a importância de incentivar o gosto pelos livros. Nos Estados Unidos, por exemplo, as pessoas têm o hábito de deixar livros em espaços públicos para que outras possam ler e, logo em seguida, também passar o exemplar pra frente. É um ciclo do bem, onde o mesmo livro encontra pessoas diferentes. Aqui no Brasil existe o Esqueça um livro, projeto criado pelo Felipe Brandão para espalhar a literatura pelas ruas do país. Para saber mais, clique AQUI e visite a página da iniciativa no Facebook.

Trocar livros com os amigos é uma forma de incentivar a leitura / Foto: Kaboompics
E como coisa boa a gente passa pra frente, juntei o pontapé do Carrasco com o modelo do Brandão para praticar o desapego literário em Campinas. O meu projeto, obviamente, foi desenvolvido em uma escala menor, mas creio que vai arrancar sorrisos de quem achar os livros (bom, pelo menos eu torço para que as pessoas gostem da ideia rsrs).

Eu "esqueci" dois livros pelas ruas de Campinas. A obra Abaixo do Paraíso, do escritor André de Leones, foi "abandonada" em um ônibus do transporte coletivo. Já a publicação Tempo Seco, de Clara Arreguy, foi deixada em uma praça no Centro da cidade. Cada livro foi colocado em um envelope com marcadores de página e uma carta simpática explicativa sobre o projeto. Como decidi lacrar o envelope para que as coisas não se perdessem ou voassem com o vento, por exemplo, deixei um aviso pelo lado de fora alertando a pessoa que ela poderia abrir o material.


Está curioso para saber o assunto dos livros que eu "esqueci" pela cidade? Vou te ajudar a saber mais sobre as obras: a Paloma do Sure, We Have a Blog postou AQUI uma resenha sobre Tempo Seco. E AQUI no blog da Editora Rocco tem resenha sobre o livro Abaixo do Paraíso.

OBSERVAÇÃO: Eu ainda não recebi retorno das pessoas que encontraram os livros, mas assim que isso ocorrer, posto aqui no blog. O que você achou da iniciativa? Deixe o seu comentário :)


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Existe amor em Campinas

Para treinar a criatividade, a fotógrafa Denise Maher registrou corações espalhados em placas, objetos e ruas de Campinas. Intitulado Eu tropeço no amor, o projeto virou hashtag e foi compartilhado no Instagram [@denisemaher] durante 30 dias. "O projeto, na verdade, é parte de um exercício proposto durante um curso de empreendedorismo para criativos. Em um dos módulos temos que fazer um projeto chamado '30 ideias em 30 dias'. Estava procurando um tema para o desafio, mas nada vinha na minha cabeça. Tenho o hábito de ficar procurando elementos interessantes para fotografar como uma forma de apurar o olhar e quando vi as folhas que formavam um coração, me deu o estalo! No final, eu quase que literalmente tropecei no amor", conta Denise ao explicar sobre o surgimento do ensaio fotográfico.


Ainda de acordo com ela, todas as imagens do projeto foram feitas com celular e sem produção. "Como a ideia é de treinar a criatividade, me forcei a procurar os corações no meu dia a dia, sem planejar a foto. A ideia era mesmo de ficar com o olhar aguçado e tropeçar nesse monte de corações que tem pelo mundo, e que na correria do dia a dia a gente não se dá conta", afirma Denise. 

Além da necessidade de aguçar a sensibilidade por intermédio do olhar, a fotógrafa conta que precisou vencer outras barreiras para registrar os corações diariamente. "Em alguns dias era mais difícil, quando eu estava mais cansada, ou chateada com alguma coisa. Mas o desafio é interessante também por isso. Ele trabalha também a constância, palavrinha tão deixada de lado pelos criativos. O outro ponto é que o desafio mexe com o lance do perfeccionismo. Às vezes não era o melhor coração do universo, mas era 'o que tem pra hoje', e como não queria pular os dias, baixava um pouco o padrão e pensava no mantra antes feito que perfeito", brinca a fotógrafa.
"Acho que a maior mensagem deixada pelo projeto é que existe poesia no cotidiano, basta saber enxergar. E é legal que eu ainda fico tropeçando no amor quase que diariamente. Acho que a maior dica seria poder dizer pra pessoas que criatividade não é dom, é treino. Basta se desafiar a sair da zona de conforto" [Denise Maher]


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Empresa cria tatuagens motivacionais

Sabe aquele momento em que as coisas fogem do controle e tudo o que a gente precisa é de uma palavra de conforto para conseguir enfrentar problemas como brigas em casa e tretas no trabalho? Foi pensando nisso que a empresa britânica Motivational Tattoos criou tatuagens temporárias com frases de otimismo pra gente fixar no corpo e lembrar que os dias de bad podem terminar bem.

Com design em formato de curativos, as tatuagens têm mensagens positivas como “respire”, “eu posso e eu vou”, “força” e “um passo de cada vez”. As frases são escritas em inglês e é possível escolher entre tattoos coloridas ou em preto e branco. 



Para aplicar as tatuagens é muito simples: basta escolher um lugar favorito do corpo e utilizar água para fixar a mensagem. As tatuagens duram por cinco dias e para remover é necessário usar óleo de bebê.

As tatuagens motivacionais foram criadas pela psicóloga Francesca Timbers com a proposta de aliar inspiração com produtos independentes e criativos. As tattoos ainda não são vendidas em lojas brasileiras e para comprar é necessário acessar a loja virtual da Francesca para importar o produto. Cada pacote possui 15 tatuagens com frases diversificadas e custa £ 6,50.

Uma foto publicada por Hidaiana Rosa (@hidaianarosa) em
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