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Para lembrar de sorrir

Foi para aliviar o estresse e levar mais alegria ao dia a dia que a Relações Públicas Fabiane Galliano, 25, começou a fazer recadinhos em papel autoadesivo para colar em um mural do ambiente de trabalho. Com o passar do tempo, Fabiane percebeu que havia colecionado grande número de bilhetes com frases criativas e decidiu criar um perfil no Facebook para compartilhar o material. Foi assim que nasceu a “Post-it do dia”, página na internet que conta com mais de 190 mil seguidores.

“Criei a página com o intuito de me divertir e divertir outras pessoas. Espero continuar alcançando esse objetivo. Ultimamente levanto algumas bandeiras contra o preconceito porque acredito que como a página alcançou um grande número de pessoas, é importante levar uma palavra bacana de conscientização”, afirma Fabiane ao esclarecer que a página ainda não garante renda, mas é usada como um canal de alerta para a sociedade.

Moradora de Curitiba, a jovem conta que depende de inspiração, papel colorido e caneta preta para criar os bilhetes e atualizar o perfil.

“A página foi criada em junho do ano passado. Antes uma amiga me ajudava, mas hoje em dia cuido sozinha. Minha inspiração vem de enfrentar a vida com bom humor. A maioria das frases é de minha autoria, mas tem bastante coisa que eu acho na internet e acaba me inspirando”, conta.

No futuro, a Relações Públicas pretende levar o projeto para o YouTube. “É um sonho que eu posso começar a desenhar. A página começou por diversão, mas agora está se tornando uma prioridade. Fico extremamente grata de ver a galera compartilhando e comentando as frases”, comemora Fabiane.





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Campinas recebe Feira Sub

O número de feiras voltadas à produção de publicações independentes e autorais está aumentando a  cada dia e se espalhando pelo Brasil. O município de Campinas recebe sua primeira edição, com a Feira SUB, no dia 17 de setembro. 

A Feira SUB é uma iniciativa do The Mix Bazar e visa reunir na cidade publicações independentes e autorais com foco na produção que circula fora do meio editorial tradicional, tais como livros, zines, livros de artista, revistas, xilogravuras, pôsteres, ilustrações, fotografias. Além de uma infinidade de produtos impressos que têm como características a produção com pequena tiragem e alto valor artístico aliados a um conceito mais artesanal e menos industrial.

As inscrições para expositores são gratuitas e podem ser realizadas até 31 de julho. Os interessados em expor seus trabalhos devem acessar o formulário de inscrição disponível aqui e que também está na  página do facebook da Feira SUB.

Todos os trabalhos inscritos passarão por uma curadoria. A ideia é que a Feira apresente um material diversificado. A lista dos selecionados será divulgada em 22 de agosto e não será cobrada taxa de participação.

 “O objetivo da SUB é colocar Campinas no calendário das feiras independentes e apresentar artistas tanto da cidade e região para o público em geral, como dar visibilidade a coletivos, artistas e editoras independentes que participam da cena artística e literária fora do circuito convencional, no Brasil”, explica Marcela Pacola, do The MIX Bazar, uma das idealizadoras e organizadoras do evento.  

“A intenção deste projeto é fomentar a produção independente e ampliar o contato do público com essas publicações tão interessantes, ricas em conteúdo e design”, completa Fabiana Pacola Ius, do The MIX Bazar.  

A expectativa é que cerca de 2 mil pessoas circulem pela Feira que trará palestras, oficinas e workshops sobre publicações, zines, design, financiamento coletivo entre outros assuntos pertinentes. 

Dúvidas e informações podem ser esclarecidas pelo e-mail feirasub@themixbazar.com.br.

Via Kaboompics

Sobre feiras de publicações independentes:

- Enquanto o mercado convencional sofre com a crise - o faturamento cresceu 5,01% entre janeiro e novembro de 2015, muito abaixo da inflação no período, que foi de 9,62% - o mercado de produções independentes cresce substancialmente;

- A Feira Plana, uma das mais importantes no segmento, que acontece em São Paulo desde 2013, apresentou 32% de crescimento no número de expositores (em relação a 2015) e na edição de 2016, participaram 146 editoras; 

- As feiras independentes aconteceram em várias cidades do Brasil. No restante da América Latina, a Argentina ganha destaque;

- Esse formato de feira contribui para economia criativa, colaborativa e sustentável.

SOBRE O BAZAR: O The Mix Bazar (TMB) é um projeto que une moda, arte e design e promove uma experiência diferente para o consumidor moderno. O objetivo é fazer um trabalho cuidadoso de curadoria de produtos, ideias e parcerias com marcas independentes para oferecer produtos originais e atemporais, que fogem do conceito de massificação. Também desenvolve produtos de sua autoria utilizando recursos que seriam descartados pela indústria (upcycling) e valorizando o trabalho autoral, local e criativo. O TMB está sempre em movimento e conectado às novas formas de consumo e relacionamento, buscando estimular e fomentar a economia criativa.
Texto: Claudia Corbett
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Você conhece o Kindle?

Você já deve ter ouvido falar em “leitor de e-books”, não é mesmo? Leves e tecnológicos, esses leitores digitais são mais uma opção para quem ama ler, além dos livros físicos. Um dos principais e-readers do mercado atualmente é o Kindle, criado pela Amazon. Mas você sabe o que é o Kindle e quais são suas características e vantagens? Vamos conhecer um pouco mais sobre ele!

Via Unsplash
O Kindle foi lançado nos Estados Unidos em novembro de 2007 e chegou aqui no Brasil em 2012. Com ele você pode ler PDFs, textos e qualquer e-book disponível na Amazon. 

Uma das grandes vantagens é o conforto da leitura, pois a tela do Kindle se assemelha muito com papel de verdade. Ela não emite luz LCD como tablets e não cansa a visão, então é possível ler em lugares fechados ou ar livre sem problemas com reflexo. Além disso, você também pode mudar o tamanho das letras. 

Com esse leitor digital você pode baixar quantos livros quiser a qualquer momento e levá-los para todo o lugar sem o mínimo peso ou desconforto! Outra grande vantagem é a durabilidade da bateria. Você pode ler bastante durante semanas até ter que carregar novamente, o que é uma grande diferença em relação aos tablets.

O Kindle oferece também um dicionário gratuito de sinônimos para ajudar na leitura, principalmente se você estiver lendo algo em outra língua, pois ele pode ser utilizado em português, inglês, espanhol, italiano, alemão, francês, chinês simplificado e japonês. Nele você também pode buscar e marcar palavras ou trechos dentro do livro. É como ter um Ctrl+F no livro e poder grifá-lo sem estragar! 

Se quiser algum livro que está salvo no seu e-reader, mas não está com ele perto, você pode baixar um dos aplicativos de leitura Kindle e ler direto no seu celular, tablet ou computador. Além disso, você pode organizar seus e-books e criar pastas e coleções personalizadas para eles. 

Considerando todas essas vantagens, o Kindle possui um ótimo custo/benefício. Bateria que dura bastante, vários livros reunidos sem peso ou incômodo, tela que não cansa a visão, nada de páginas rasgadas ou amassadas... os benefícios compensam o valor e fazem do e-reader da Amazon uma opção perfeita e prática para quem ama ler. E você, já conhecia o Kindle? Já tem um? Conte o que achou nos comentários!

Fonte: esse texto foi elaborado pela equipe de Comunicação do site Buscapé. Para acessar o Buscapé, clique AQUI
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Florigrafia: fotografando flores


É impossível navegar pelo feed da Natália Viana, 28, no Instagram sem curtir várias fotos. Nascida e crescida em Belém do Pará, a jovem mora há dois anos em São Paulo e desde 2014 se especializou em fotografar flores. Com mais de 29 mil seguidores, Natália inspira produzindo imagens sobre o universo da floricultura.

"Eu nunca levei a fotografia como profissão, sempre foi uma válvula de escape para mim. Sempre me interessei por fotografia, em poder se expressar através de uma imagem, e fotografo desde a época do fotolog, mas tudo sempre foi hobby. Em 2014 me dediquei mais a fotografia. Com a mudança para São Paulo e meu interesse cada vez maior não apenas por foto, mas, pelo Instagram, as pessoas começaram a me acompanhar cada vez mais, a gostar das minhas fotos e ver isso como trabalho. Mas eu tenho me dedicado tanto, o público percebe isso e sim, agora eu trabalho com fotografia, também. Melhor, trabalho com florigrafias, porque flor é o que eu me interesso em fotografar", explica Natália.

E a arte de fotografar as flores sai do campo profissional e invade o mundo dos sentimentos, conta a jovem. "Quando ganhei minha primeira câmera, eu queria fotografar absolutamente tudo que via pela frente e não poderia deixar de fotografar flores porque meus pais, principalmente meu pai, ama plantas e flores e elas estavam sempre presentes em casa, e sempre foi motivo para minhas fotos e para minhas criações de roupas. Sou uma pessoa que aprecia muito os detalhes, e isso é o que me leva também a fotografa-las, como a saudade que sinto de pai e mãe. Elas fazem eu me lembrar deles, e de tempos muito bons! E, agora que estou longe, só sinto vontade de fotografar mais e mais flores, a natureza, aquilo que não me faz esquecer quem eu realmente sou", relata a fotógrafa ao esclarecer que, além de comprar flores, trabalha para uma floricultura.

Segundo Natália, a pessoa que gosta de fotografia precisa estudar muito. "Treinar, sempre treinar. É dedicação e persistir sempre", recomenda.

Ficou interessado pelas fotos da Natália? Então acesse o Instagram e site da artista para conhecer outras imagens: @nataliaaaviana // http://nataliaviana.com. Também é possível fazer contato pelo e-mail contatonataliaviana@gmail.com.



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Cuidado com os fones de ouvido

Usar diariamente fones de ouvido para escutar música e frequentar lugares barulhentos como baladas ou shows são hábitos que podem causar perdas auditivas em adolescentes. O alerta é da Apidiz (Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido), que fez um estudo com 170 jovens de 11 a 17 anos e constatou que 92 dos entrevistados (54,7% dos 170 participantes) apresentaram zumbido nos ouvidos por causa da exposição ao som alto e, deste grupo de 92 jovens, 47 (ou 51%) tiveram zumbido depois de usar fone de ouvido por muito tempo.

Se essa geração de adolescentes continuar se expondo a níveis muito elevados de ruído, provavelmente apresentará perda de audição entre 30 e 40 anos, estima Tanit Ganz Sanchez, coordenadora do estudo e professora de otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

De acordo com a pesquisadora, o zumbido nos ouvidos é considerado um tipo de perda auditiva porque  prejudica as células ciliadas. Localizadas no ouvido interno (cóclea), essas células alongam e encurtam repetidamente quando estimuladas por vibrações sonoras e, ao serem estimuladas por altos níveis de vibrações – como os causados por uma explosão, fogos de artifícios, som alto de um fone de ouvido ou show –, ficam sobrecarregadas e podem sofrer lesões temporárias ou definitivas.

O zumbido nos ouvidos costuma ser consequência de lesão dessas células auditivas, esclarece Tanit.

Via Kaboompics

A estudante Yasmin Toledo Mitre, de 11 anos, confessa que  não desgruda dos fones de ouvido. Eu uso para ouvir música e ver vídeos na internet. Costumo colocar em um volume agradável, num nível que não me incomoda, conta Yasmim.

E a cautela da jovem existe devido às orientações dadas pela mãe. Eu falo para ela abaixar o volume. Outro dia fomos na médica e ela disse que os fones causam perda de audição e por isso tomamos cuidado, conta a psicóloga Carmen Toledo Mitre, mãe de Yasmin.

Prevenção
Segundo a pesquisadora Tanit, o zumbido nos ouvidos é tratável e passível de prevenção. Algumas das formas de se proteger do problema é usar protetor auricular e fazer intervalos durante o período de exposição ao som.

Ao fazer um intervalo de dez minutos a cada hora de exposição a altos níveis de ruído é possível aumentar a chance de os ouvidos se recuperarem e não terem lesões definitivas, conclui a médica ao explicar que os cuidados são simples.
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Ponto de vista: cada um tem o seu


Todo ponto de vista é singular porque cada um tem o seu. E foi com esse conceito que a artista plástica Lídia Barros Guimarães de Oliveira (ou Lis, como muitos a chamam), de 32 anos, decidiu criar o @pondivista, perfil com 18,6 mil seguidores no Instagram que expressa opinião por intermédio de fotografias, ilustrações e brincadeiras com as coisas do cotidiano.

"@pondivista surgiu em 2014 com a proposta de ver a vida de um ponto de vista diferente, mais divertido, mais leve", conta Lídia ao comentar sobre o projeto.

A inspiração para criar as ilustrações que alimentam o perfil, conta a artista, vem da música, da poesia, dos livros, animais, momentos e pessoas. "Tudo me inspira. Gosto de usar diversas técnicas num mesmo desenho. Então eu uso bastante aquarela, acrílicas, linhas para bordar, madeira, bastidor, telas, papel e colagem", completa ela ao citar os materiais que usa para confeccionar as atividades.

Quer conhecer mais o trabalho da Lídia? Então siga o @pondivista no Instagram. A artista aceita encomendas e para pedir o seu desenho é só escrever para pondivista@gmail.com e consultar os valores e procedimentos. 



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Como cuidar de cactos e suculentas

Morar sozinho e não ter habilidade para cuidar de plantas são características que atrapalham quem deseja ter um jardim em casa, mas os cactos e as suculentas são ideais para mudar essa realidade. Segundo Marina Pierobon, proprietária da Lá da Naná – empresa especializada em terrários –, essas plantas são práticas e não demandam muitos cuidados.

“Eu costumo brincar que os cactos e as suculentas são plantas de pessoas preguiçosas. Elas são independentes e não precisam de muita dedicação. Basta manter em um ambiente arejado e regar com uma colher de sopa com água a cada 10 dias”, diz Marina ao explicar os cuidados com as plantinhas.

Proprietária da loja Carimbo, no bairro Cambuí, em Campinas, Adriana Grou aprova o uso dos cactos na decoração dos ambientes. “Temos aqui na loja e deixa o visual bem bonito. Facilita o dia a dia e ainda dá um ar bacana para a loja”, afirma Adriana.

Para dar um toque especial no trabalho ou em casa, é possível investir em terrários com designs arrojados e personalizados.

“Eu faço as peças com vidros e ferro. Trabalho com uma artesã e criamos em diversos tamanhos”, esclarece Marina.

Um terrário personalizado da marca Lá da Naná pode variar de R$ 150 a R$ 400, mas é possível dar mais vida ao ambiente por um valor menor. “Quem não tem possibilidade de investir em um terrário personalizado, pode fazer o seu próprio terrário usando becker, que são aqueles famosos vidrinhos das aulas de química. São estilosos e mais baratos”, defende Marina.

Os produtos necessários para fazer a terra para os cactos, explica Marina, podem ser encontrados em lojas de agropecuária. Cactos e suculentas, recomenda a especialista, podem ser achados em floriculturas por preços que variam de R$ 5 a R$ 10.

Acompanhe a marca Lá da Naná pelo Instagram @la_da_nana

Marina Pierobon vende terrários personalizados / Foto: PedroAmatuzzi/Código 19

Adriana Grou (de branco) usa cactos na decoração da loja / Foto: Pedro Amatuzzi/Código 19
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