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Leitura no vagão

Não há dúvidas de que a vida está cada vez mais intensa e acelerada, mas e se você aproveitasse o tempo que gasta no ônibus e no metrô para colocar a leitura em dia? Essa é a proposta do Leitura no Vagão, projeto criado por Fernando Tremonti com o objetivo de incentivar a leitura no transporte coletivo.

A iniciativa começou em São Paulo, mas atualmente também existe no Rio de Janeiro, Distrito Federal e até em Santiago, no Chile. O Leitura no Vagão consiste em distribuir livros nos vagões de metrôs e trens para que a população possa levar para casa. A ideia é que depois da leitura o livro seja devolvido em outro vagão. 

Segundo o organizador, a proposta é que os livros sejam espalhados em estações diferentes para alcançar o maior número possível de pessoas. 

Legal, né? Para saber mais sobre o Leitura no Vagão, clique AQUI.

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Como usar: coturnos


O frio tem marcado presença em Campinas desde o começo deste mês. Eu não sou muito fã dos dias frios, mas eles me fazem ter liberdade para usar um dos meus sapatos favoritos: coturnos. Além de aquecer os pés, os coturnos deixam o visual com ar descolado. Esse tipo de bota é democrático e cai bem com calça, vestido, shorts e saia. Separei modelos de looks do Pinterest para inspirar você. 






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Caligrafia e poesia


No dia 18 de maio, quarta-feira, das 19h às 23h, Pedro Gabriel (@eumechamoantonio); Pedro Cordeiro (@umcartao); Lucas Brandão (@blogdolucao); Fábio Maca (@fabiomaca) e Alessandro Novello (@letrasgarrafais) estarão em Campinas na abertura da exposição Poesia & Caligrafia, que reúne dez peças de cada um destes artistas. A mostra, que segue até 18 de junho, acontece na galeria da Urban Arts, localizada na rua Emílio Ribas, 906, no Cambuí. Na festa de lançamento haverá food trucks, DJ e sorteios de uma obra autografada de cada artista.

Quem é assíduo nas redes sociais sabe que cada um dos cinco artistas tem uma história pessoal que o inspirou a desabafar por meio da escrita em guardanapos, garrafas, cartões, canecas, cadernos ou somente no meio virtual.

Eles buscaram formatos variados para se expressarem, mas todos têm em comum a poesia e a caligrafia moderna. E foi no Instagram que suas inspirações foram propagadas. Atualmente, as cinco páginas dos artistas somam milhares de seguidores e compartilhamentos. 

Pedro Cordeiro do Um Cartão / Foto: Divulgação
Sobre os artistas
Pedro Gabriel, do “Eu me Chamo Antônio”, nasceu na África, filho de mãe brasileira e pai suíço, e foi alfabetizado em francês. Quando veio para o Brasil, aos 12 anos, por causa da dificuldade na adaptação ao idioma, começou a prestar mais atenção na grafia e na sonoridade das palavras, a brincar com elas, para tentar entendê-las. Em 2012, inaugurou a página Eu me Chamo Antônio, no Instagram, para compartilhar o que rabiscava com caneta hidrográfica em guardanapos, nas noites em que batia ponto no Café Lamas, um dos bares mais tradicionais do Rio de Janeiro. 

Já o projeto “Letras Garrafais”, do artista Alessandro Novello é definido pelo próprio como poesia urbana. Ele utiliza como suporte a escrita, a caligrafia, a cidade como cenário e a fotografia. Reproduz textos e artes de própria autoria em garrafas reaproveitadas, arremata com uma flor e as deixa em locais estratégicos da cidade para quem quiser delas se apoderar. Em um ano já entregou, sem saber a quem, mais de 300 garrafas.

As letras por detrás do “Um Cartão” são de Pedro Cordeiro, um advogado carioca de 26 anos. A ideia dos cartões veio da necessidade de condensar as palavras, sem reduzir os sentimentos. Seus cartões passaram a ser compartilhados com as pessoas e com o sucesso aos poucos foram surgindo outros produtos como canecas, o Caderno de Sentimentos e as Notas de Amor.

Lucas Cândido Brandão (Lucão) é o autor do “Abra o Bico - o blog do Lucão” - que foi criado pelo publicitário goiano por causa da excessiva timidez que tinha para se comunicar. Com essa ferramenta ele começou a expor suas ideias e expressar seus sentimentos em forma de prosa e verso. Após dez anos de blog, Lucão conquistou muitos seguidores em suas redes sociais, seu Instagram, por exemplo, é seguido por mais de  200 mil pessoas.

Um calígrafo que arrisca poetizar, assim se descreve “Fábio Maca”. Ele faz da caligrafia artística sua linguagem. Junto a esta visão há uma missão de colocar mais letras na vida das pessoas. Nesse sentido, mantém um Instagram ativo com centenas de frases inspiradoras. Cria letterings para tatuagem, quadros e mantém a tradição de fazer convites de casamento.

Sobre a Urban Arts Campinas

A Urban Arts Campinas faz parte de uma rede de galerias que se tornou uma referência no mundo da arte digital e ilustração. Em 2011 abriu a primeira loja física, na Oscar Freire na cidade de São Paulo e de lá pra cá não parou mais. Hoje já são 16 lojas físicas, além do site, que não param de crescer. A rede Urban Arts tem, atualmente, mais de 1.000 artistas ativos, expondo seus trabalhos. 

Rachel e Karla Bratfisch comandam a curadoria e administração da loja campineira que, além do formato diferenciado de vernissages com atrações musicais e gastronômicas, também apresenta agenda própria de eventos, com parcerias, exposições, Design Day, Pet Lovers e outros.


Abertura da Mostra Coletiva Poesia & Caligrafia
Data: 18 de maio, quarta-feira
Horário: 19h
Local: Urban Arts Campinas
Endereço: Rua Emílio Ribas, 906 - Cambuí, Campinas/SP
A mostra segue até 18 de junho com visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h e aos sábados das 9h30 às 17h


Texto: Claudia Corbett
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Ateliê Anacardia

Costumo dizer que os objetos feitos à mão são ricos em história e afetividade. E foi pensando em registrar os encantos e sentimentos do universo infantil que as artesãs Ana Carolina e Ana Maria criaram o Ateliê Anacardia, marca especializada em confeccionar bonecas de pano e criar decoração de quartos infantis. "Eu sempre gostei de fazer coisas artesanais e quando meu segundo filho nasceu eu comecei a fazer uns caderninhos durante minha licença maternidade. Acabei fazendo lembrancinhas de nascimentos para algumas pessoas próximas.  Um tempo depois, minha cunhada me chamou pra fazer o quartinho da filha dela.  Como sou formada em arquitetura e com a parceria da minha mãe, acabamos fazendo o quarto desde o projeto até a execução de todo enxoval. Eu fazia manualmente tudo que era em cartonagem e ela costurava, daí nasceu o ateliê, fazendo projetos para quartinhos de bebê.  Em vários quartos haviam bonecas e bonecos e eles foram ganhando cada vez mais espaço por aqui", conta Ana Carolina ao relembrar como surgiu o projeto em parceria com a mãe.

Com a proposta de resgatar boas recordações, a dupla é responsável por todo o processo de produção das bonecas, desde a escolha dos materiais que vão compor a peça até a entrega na casa do cliente. "Acreditamos  que a infância é  um lugar sagrado, onde as pessoas podem entrar em contato com sentimentos muito verdadeiros e que as vezes ficam esquecidos. Eu procuro sempre voltar à minha própria infância pra buscar sentidos e significados ao que vivo hoje. Desejamos que nossas bonecas possam proporcionar isso pra outras pessoas também", relata Ana Carolina.

 

Todas as bonecas criadas por Ana Maria e Ana Carolina possuem características distintas. "As minhas são menores e mais magrinhas, geralmente com corpo estampado e as da minha mãe são bonecas maiores e mais gordinhas. Como o rosto da boneca não tem um molde fixo, cada boneca nasce com uma identidade única. Nem eu  consigo fazer dois rostinhos exatamente iguais, e é isso que tornam as nossas bonecas diferenciadas e únicas", diz Carolina.

O nome do ateliê da dupla também carrega personalidade e muito sentimento. "Eu estava procurando um nome e descobri que existe uma família botânica que se chama anacardiaceae conhecida por suas espécies frutíferas. O nome vem de anacardium do latim ana, que é voltado para cima, e cardium, que é coração, devido ao formato de coração dos frutos como o caju e a manga.  Eu adorei a coincidência, já que eu e minha mão somos Anas (Ana Carolina e Ana Maria) e acho que o fruto do nosso trabalho vinha de uma relação afetiva com ele, vinha do coração mesmo. E além disso, me remetia a uma mangueira que havia no sítio da minha avó e era o lugar das brincadeiras de infância principalmente da minha mãe com seus oito irmãos", recorda a artesã.





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Maternidade e carreira

Via Kaboompics

Uma pesquisa realizada com 200 mães moradoras da RMC (Região Metropolitana Campinas) constatou que 42% das mulheres deixariam o trabalho para cuidar dos filhos. Gerenciado pelo especialista em Carreira Marcelo Veras, o estudo ocorreu entre os dias 19 e 24 de abril.

Segundo Veras, as mulheres que participaram do estudo possuem cerca de 36 anos e 83% delas são casadas. “Quando questionadas sobre o grau de satisfação com a carreira e com a maternidade, 92% disseram que estão satisfeitas. Porém, apesar disso, se pudessem elas deixariam essa rotina de ter que conciliar trabalho com os filhos”, conta Veras ao comentar sobre os resultados da pesquisa.

Ainda de acordo com o especialista, chamou atenção o fato de que as mulheres passam no trabalho o dobro de tempo que gastam com o filho: são 8,2 horas dedicadas ao mundo profissional e 4,5 horas destinadas à maternidade.

“Ao longo dos anos as mulheres foram conquistando os seus direitos, mas elas ainda precisam se desdobrar para dar conta de tudo. Com essa rotina corrida, nem sempre a mulher consegue equilibrar a relação entre trabalho e qualidade de vida”, alerta Veras.

E a avaliação do especialista é coerente com o dia a dia da professora de Educação Física Caroline Alves Monteiro, 38 anos. “Eu tenho um filho de cinco anos, mas passo mais tempo dando aulas em escolas e academia. É complicado conciliar tudo, mas a gente precisa porque tem que ter renda para seguir a vida”, conta Caroline.

Para evitar frustração por causa das demandas diárias, o especialista em Carreira explica que as mulheres precisam avaliar o impacto do trabalho e maternidade na dimensão da vida pessoal, custos e despesas diárias da casa e do lazer e satisfação com o perfil do ambiente em que se trabalha.
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