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Ilustrando sentimentos

"As ilustrações nasceram exclusivamente como forma de expressão, nasceram como forma de falar com o coração sobre coisas que são próprias do ser humano. Elas falam dos nossos desejos, nossas emoções, nossas inquietações". É com essa afirmação que a psicóloga, acupunturista e ilustradora Alexsandra Cassol de Vasconcelos, 38, esclarece qual é a importância do desenho.


Utilizando materiais diversificados como flores, colagens e lápis, Alexsandra mantém a página Ale Vasconcelos Ilustra no Facebook e atualiza o perfil com ilustrações que representam emoção, comportamento, sentimentos de pessoas, meninas e mulheres. "Desde a adolescência me descobri desenhando. Fazia caricaturas e quadrinhos nos papéis e nas paredes do quarto. No entanto, essa habilidade ficou adormecida por bastante tempo. No ano passado, comprei uma aquarela de uma ilustradora porto alegrense e coloquei na parede da minha sala. Essa ilustração despertou a antiga paixão. Vou começar a desenhar!", relembra a ilustradora.

O processo de criação e inspiração da Ale está ligado com imagens e observações do cotidiano. "Em casa sempre procuro ter fontes de inspiração. Por exemplo, ter em volta flores, cheiros de incenso, quem sabe um livro com ilustrações, plantas colhidas em uma caminhada, enfim, todo conjunto de material que me identifica", explica a artista, que ainda revela estar sempre acompanhada do material de produção. "Meu kit básico de trabalho é um sketchbook, lápis, canetas nanquim e uma aquarela 12 cores. Material bastante simples e que se pode levar para todos os lugares", afirma Alexsandra.

Utilizando referências da própria filha, Ale criou a personagem Mandica. "Fiz um dia o desenho de uma menina, com linhas simples e poucos detalhes. Pensei que poderia colocar um nome nessa menina e que ela pudesse expressar algo. Como tenho uma filha, com 4 anos agora, e que se chama Amanda, surgiu a ideia de colocar o nome de Mandica. Bom, se ela era a representação da minha filha, logo ela poderia falar das coisas que fazem parte do universo de uma menina pequena. As crianças têm um pensamento extremamente fluido, criativo e original. Então a cada etapa no desenvolvimento da Amanda, várias pérolas iam surgindo, e comecei a anotá-las. Aí surgiu o sketchbook Mandica, que expressa todo esse universo infantil de uma maneira divertida e também se transformou  numa forma de registro do crescimento e desenvolvimento da minha filha", conta a ilustradora.

A meta da artista para esse ano é comercializar as ilustrações. Para acompanhar o trabalho dela é só seguir o perfil no Facebook e no Instagram (@alevasconcelosilustra).









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Encanto em forma de papel

Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida [Confúcio]

A frase acima é do filósofo Confúcio e define bem o trabalho realizado pela artesã Rita Lima dos Santos, do Ateliê Donna Rita, marca especializada em produtos de papelaria e cartonagem. "As atividades manuais sempre fizeram parte da minha vida. Desde criança sempre estive entre tecidos, tesouras, linhas, papel, lápis de cor. Enfim, desde que me lembro, sempre estive fazendo algum tipo de arte", conta Rita.

Graduada em Educação Física, a artesã conciliou o trabalho manual com outros trabalhos durante muitos anos, até que a partir de 2012 decidiu retomar os afazeres do artesanato, se especializou em outras técnicas e decidiu transformar uma "brincadeira de criança" em fonte de renda. "O Ateliê Donna Rita abriu suas portas virtuais em setembro de 2013. Em julho de 2014 consegui alcançar o tão sonhado espaço de trabalho, o meu ateliê localizado em um cômodo do meu lar doce lar. Em 2015 resolvi que era a hora de dividir um pouco do que venho aprendendo ao longo desses anos e comecei a dar aulas. São quase três anos de muitas lutas e muitas realizações", afirma a artesã, que ainda revela uma curiosidade sobre o nome da sua marca. "Sempre me perguntam por qual motivo eu escolhi o nome Donna Rita. Muita gente fica surpresa ao me encontrar, pois espera encontrar uma senhorinha e não uma maluca de cabelo rosa. Esse nome é uma homenagem à minha mãe, que infelizmente não está mais aqui para acompanhar a minha trajetória. É uma lembrança de todas as vezes que ela precisava gritar "Dona Ritaaaaaa de Cássiaaaaaa" por eu estar fazendo alguma arte não autorizada pela casa", relembra.




Atualmente, o cliente que visita a loja virtual da Donna Rita encontra produtos como álbuns fotográficos, livros do bebê, cadernos de receitas, linha de cadernos personalizados, maletas, caixas, carteiras, livro de leituras, pastas e outros artigos manuais. "Eu não sei explicar ao certo de onde vem a inspiração. Acho que vem de tudo que eu gosto e faço. Sou louca por livros, filmes, jogos, séries, música e vivo imersa nesse mundo. Acho que muito do que faço vem daí. Mas também tenho clientes e amigos que sempre me trazem suas ideias e eu estudo a melhor forma de colocá-las em prática. Mas além disso, acho que o mais importante para a inspiração e a criatividade é me manter sempre atualizada, estudando e praticando", explica Rita ao contar como é o processo de criação dos produtos manuais.

Mas se engana quem pensa que produzir um trabalho manual é simples. Segundo Rita, o artesão ainda enfrenta muitas dificuldades para se consolidar no mercado de trabalho. "Um dos grandes desafios é mudar a mentalidade de uma parcela da população que acredita que o feito à mão não tem qualidade, que é feito de qualquer jeito e por isso tem que ser baratinho. No âmbito pessoal, o maior desafio é ser uma empresa de uma pessoa só que cuida de todos os aspectos que envolvem um negócio. Além da criação, é necessário cuidar de todas as questões administrativas e gerenciais, desde o controle do estoque até a saída das peças para os Correios. Não é fácil, mas ter controle sobre todo o processo de produção garante que eu possa fazer o melhor para aqueles que confiam em meu trabalho e se tornam meus clientes", conta a artesã.

Para conhecer a loja da Donna Rita é só clicar aqui. Ela também tem esse blog e essa página no Facebook. 

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Registrando a felicidade


Oi, pessoal! Tudo bem? Quem acompanha o Blog da Hida sabe que já falei sobre o projeto 3 motivos para ser feliz hoje, criado pela Zoopress. (Clique AQUI para reler o texto que publiquei no blog)

Inspirado na psicologia positiva, o projeto sugere que o usuário escreva, diariamente e por 21 dias, 3 motivos para ser feliz. A ideia é mudar a maneira como as pessoas enxergam o cotidiano. 

As novas edições dos caderninhos para registrar os momentos felizes já estão disponíveis na loja da Zoopress. Para comprar, clique AQUI

"Diariamente notícias sobre crimes, corrupção e catástrofes tornam mais difícil percebermos a presença do bem no mundo e em nossas vidas. O culto ao sucesso material e à vaidade, à competitividade, às trivialidades que drenam nosso tempo nas redes sociais, enfim tudo isso e muito mais tem o poder de nos tornar mais propensos aos pensamentos e sentimentos negativos. ​Logo as lentes da nossa percepção ​tornam-se turvas e só vemos as coisas pelo lado sombrio. Ao registrar os momentos felizes estamos exercitando a percepção das coisas por um outro lado. Ao invés de vermos o copo meio vazio, passamos a vê-lo como meio cheio", conta o designer da Zoopress, Renato Alarcão, ao explicar os benefícios de anotar as alegrias do cotidiano.

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As ilustrações da Paloma Barbosa


Uma das coisas mais legais que o mundo blogueiro oferece é a oportunidade de conhecer o trabalho de pessoas talentosas. Por intermédio da Rebeca do Blog Papel Papel, fiz contato com a Yumi e a Paloma, criadoras do blog Sure, We Have a Blog. Além de ajudar a Yumi no "Sure", a Paloma faz ilustrações utilizando aquarela e o texto de hoje aqui no Blog da Hida é para apresentar o trabalho da Paloma no mundo das artes.


Paloma Barbosa dos Santos tem 22 anos e é estudante de Artes Visuais. Ela conta que desde criança gostava de colorir desenhos e fazer cartões para a família com ilustrações fofas. "Lá pelos meus 14 anos comecei a desenhar com mais frequência, mas não era nada sério. As coisas só começaram a engrenar aos 18 anos quando iniciei um curso de Comunicação Visual que incluía muitas aulas de desenho, pintura e vários outros segmentos. Foi lá onde tudo aconteceu e desenvolvi meu traço. Eu descobri meu gosto pela arte e as ilustrações, mas tive que lutar contra minha própria insegurança. Eu não acreditava que podia ser realmente boa naquilo e isso me barrou por muito tempo. Depois botei a cara no sol e resolvi que era hora de tentar de verdade. Entrei para a faculdade de Artes Visuais e não poderia estar mais feliz", relembra Paloma.


Segundo Paloma, a inspiração para fazer os desenhos surge de forma aleatória. "Algumas vezes ela vem de coisas que estou sentindo e preciso botar pra fora, ou das músicas que ouço, ou até mesmo de pessoas que estão a minha volta e me inspiram de alguma maneira com sua história ou algum acontecimento", esclarece a estudante. 

Os desenhos da Paloma são feitos com materiais como aquarela, canetas nanquim e tinta acrílica. O tempo de criação de cada peça varia de acordo com a ilustração, mas geralmente a jovem demora duas horas entre o processo de ilustrar e pintar. 

Ficou interessado em conhecer o trabalho da Paloma? Então visite a ilustradora no Faceboook e Instagram. Quer comprar alguma ilustração da Paloma? Basta visitar a loja ou enviar mensagem nas redes sociais da estudante para fazer encomendas.








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Adolescência em quadrinhos

Eu estava "navegando" pela internet quando encontrei uma tirinha que "brincava" com o sofrimento que as mulheres sentem com as cólicas menstruais (a última foto desse post). Além de divertida, achei que a imagem conseguiu descrever a situação de maneira interessante e informativa. A personagem do quadrinho é Lina, a adolescente criada pela estudante de Design de Jogos Mariana Souto Pimenta, 17 anos.

Diariamente, a Mariana atualiza a página da Lina com tirinhas que retratam os conflitos da vida de um adolescente. "A ideia surgiu por incentivo do meu pai, que sempre me perguntava por qual motivo eu não usava meu talento de desenhar para fazer tirinhas. Sempre adorei ler tirinhas na internet e confesso que fiquei muito animada ao pensar em ter uma página no Facebook, mas ao mesmo tempo duvidava da minha capacidade", conta a estudante

E ainda bem que Mariana deixou o receio de lado e deu "vida" à Lina porque atualmente a página da personagem tem mais de 186 mil curtidas no Facebook e recebe comentários de pessoas elogiando os desenhos e as histórias contadas nos quadrinhos. "Realmente eu não esperava todo esse crescimento. Achava que ia ser só uma página para registrar minhas tirinhas e que algumas pessoas iriam ver. Fico muito feliz com o carinho do público. Adoro ler e responder os comentários das pessoas que acompanham a página", conta Mariana ao falar sobre o sucesso da Lina. 

Para fazer os desenhos a jovem usa uma mesa digitalizadora e Photoshop. "Depois de pensar no assunto da tirinha, elaboro as falas e divido os quadros mentalmente. Aí é só passar para o computador", revela a estudante.

Além das tirinhas abaixo, é possível conhecer outros desenhos da Mariana aqui.











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Projeto leva ensino às escolas

Nem sempre a grade curricular da escola pode atender a todos os interesses dos alunos e, em alguns casos, essa realidade faz com que os estudantes fiquem desmotivados com a rotina acadêmica. Para mudar esse cenário, um grupo formado por cinco jornalistas criou o Quero na escola, projeto que surgiu em agosto de 2015 e conecta as pessoas à educação para valorizar as instituições de ensino por intermédio da participação da comunidade. 

Grupo com 170 alunos e nove professores acompanha palestra contra o machismo / Foto: Divulgação
Estruturado em uma plataforma virtual, o Quero na escola funciona da seguinte maneira: alunos e familiares acessam a área do estudante para cadastrar uma atividade que gostariam que fosse desenvolvida na escola. Preenchido o formulário, as informações ficam armazenadas em uma base de dados esperando que um voluntário atenda o pedido dos estudantes. Quando um voluntário se manifesta, o Quero na escola habilita a comunicação entre as duas partes e agenda data e horário do evento, que ocorre na escola mencionada pelo aluno. (Saiba mais sobre o projeto no vídeo abaixo)

Segundo Cinthia Rodrigues, umas das criadoras do Quero na escola, a missão da iniciativa é "mudar a relação escola-comunidade, criar um caminho para que a sociedade também faça a sua parte, indispensável para mudar a qualidade da educação. Com esta participação das pessoas, as escolas ganham em receber mais conteúdo e em serem mais percebidas em seus problemas", diz Cinthia ao esclarecer que o projeto melhora a autoestima dos alunos e professores, que passam a perceber que podem contar com parceiros.

Até o momento, a iniciativa já beneficiou seis escolas. As unidades de ensino receberam palestras sobre direitos humanos, cerâmica, quadrinhos e oficina contra machismo. A expectativa é que o projeto tenha 100 escolas cadastradas até o final deste semestre. 

Clique aqui para conhecer o site do Quero na escola e aqui para acompanhar a iniciativa pela página do Facebook. 

Criadoras do Quero na escola: Tatiana Klix, Cinthia Rodrigues, Luciana Alvarez e Marina Costa. O projeto ainda conta com a participação de Luísa Pécora / Foto: Divulgação
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Roteiro de um dia em Sintra, Portugal

Já aviso: um dia em Sintra, é pouco. Mas se você estiver passando alguns dias em Lisboa, não pode deixar de visitar essa cidadezinha que fica só 30 km distante da capital portuguesa e tem menos de 400 mil habitantes. A história de Sintra está cheia de conquistas e reconquistas. Há vestígios de romanos, castelo mouro, palácios em estilo romântico. Ali pertinho tem o Cabo da Roca, ponto mais ocidental da Europa continental, o lugar "Onde a terra se acaba e o mar começa", segundo Luís de Camões.

Para chegar em Sintra é fácil: vá até a Estação Rossio em Lisboa e tome um "comboio" (que é como os portugueses chamam o trem), que custa 2,15 euros e leva em torno de 40 minutos. Durante a viagem não deixe de reparar nos arredores da capital portuguesa, e em como a gentrificação e a crise econômica estão afastando as pessoas da cidade e as colocando em guetos (acredito que para conhecer um lugar você deve observar todas as facetas). Chegando na Estação de Sintra, você já pode sair caminhando e começar a desfrutar da tranquilidade da cidade. Se você REALMENTE só tem um dia para visitar Sintra, terá que escolher bem o que quer conhecer.

Uma das opções para percorrer a vila são os Tuk-tuks. Mas você também pode fazer tudo a pé. / Foto: Karine Kerr.

Pode começar visitando o Palácio Nacional de Sintra. Também conhecido como Palácio da Vila, foi construído no século XV e era um dos Palácios Reais Portugueses (a família real utilizou o Palácio Nacional até o final da monarquia, em 1910). Com arquitetura orgânica, o palácio fica bem no centro da cidade e pode ser visto de longe, por causa das duas chaminés geminadas. 

Na parte da manhã, continue explorando o centro da cidade, há várias fontes, parques e igrejas que merecem uma visita. Destaque para o Miradouro do Adro da Igreja de São Martinho, de onde se tem vista para a Serra de Sintra e o Castelo da Pena, e para a Fonte da  Mourisca, construída em 1922 e exemplo da arquitetura modernista. Quando der fome, desfrute da gastronomia portuguesa e local: você terá muitas opções, desde pequenos restaurantes a cafés e casas de chá, onde poderá se deliciar com a carne de cabrito, pescados, as famosas "queijadas de Sintra", os travesseiros, tudo isso ao som do fado e acompanhado de um bom vinho, é claro.

Chegando em Sintra é natural olhar ao redor e ver, no topo de um dos picos mais altos da serra, o Castelo dos Mouros. Construído entre os séculos XVIII e IX, chama a atenção por sua arquitetura, com grandes muralhas. Você pode subir até o Castelo caminhando, se já quiser aproveitar para conhecer mais da cidade e tiver um bom preparo físico, ou utilizar o transporte público. Lá você encontra, além da própria muralha, ruínas de cisternas, fornos, etc, e tem a vista privilegiada que fez os mouros escolherem o lugar para construir sua fortaleza (segundo alguns, já os visigodos utilizavam esse ponto como observatório). Do Castelo dos Mouros, uma rápida caminhada (800m) leva ao Palácio Nacional da Pena, construído pelo Rei D. Fernando II no séc. XIX. Exemplo clássico do Romantismo arquitetônico, está construído no topo de uma rocha escarpada, e chama atenção pela beleza das formas e cores. Junto com o Palácio foi construído o Parque da Pena, uma área verde de 200 hectares e mais de 500 espécies de plantas do mundo todo.

O Castelo dos Mouros, visto do Adro da Igreja de São Martinho. Num dos picos mais altos da Serra de Sintra se destaca a construção do séc. XVIII. / Foto: Karine Kerr.

Só esses dois castelos já vão deixar você bem cansado, mas se ainda tiver tempo eu recomendo uma visita à Quinta da Regaleira. Quando passei por Sintra não tive muito tempo, não tinha muitas informações sobre a cidade e acabei passando só uma tarde por lá, então tive que selecionar mesmo o que ía conhecer. Escolhi a Quinta por ser o local mais próximo do centro, o mais barato para entrar e ter uma grande área com diversas opções arquitetônicas para visitar.

Sua história data do séc. XVII, mas a área de 4 hectares foi remodelada e adquiriu a cara que tem hoje a partir de 1892, quando foi comprada pelo milionário Dr. Augusto Carvalho de Monteiro. A incrível área verde inclui, além de um palacete com influências góticas, grutas, lagos, um aquário, estufa de plantas, torres, uma delas invertida, jardins e construções enigmáticas, carregados de simbologia.

Alquimia, egiptologia, alusões ao Inferno de Dante, Maçonaria, com um olhar preparado é possível identificar símbolos por todos os lados. É impossível descrever o misticismo do lugar, principalmente se você o visitar no final do inverno, como foi o meu caso, e a neblina estiver tomando conta do pé da serra onde se encontra a Quinta. É um lugar para se passar uma tarde inteira, como que transportado a um outro tempo em que tudo andava mais devagar.

Quinta da Regaleira, mostrando o Palacete e a torre da Capela. / Foto: Karine Kerr.
Essas são só algumas opções de passeios nessa cidade vila linda, que não quer ser elevada a condição de cidade e prefere ficar sendo a Vila de Sintra. É um destino bem comum para os que estão visitando Lisboa, tirar um dia e ir até Sintra, mas acredito que dois/três dias seria o ideal para se conhecer tudo, visitar o Cabo da Roca e as praias incríveis, algumas escarpadas, outras de areia, inclusive uma naturista!

Para saber valores e horários dos trens em Portugal, clique AQUI. Para informações sobre os parques e palácio de Sintra, horários de visitação e valores dos ingressos, clique AQUI. Sobre a Vila de Sintra, clique AQUI. E para mais fotos de Sintra, acesse meu Flickr clicando AQUI.

E vocês, conhecem Portugal? Já visitaram Sintra? Que outros lugares de Portugal vocês recomendam? Deixem aqui nos comentários!
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Confúcio - As lições do mestre


No início deste ano, tive a grata surpresa de ser selecionada como um dos blogueiros parceiros da Geração Editorial (falei sobre isso AQUI no Blog da Hida). O post de hoje é sobre o primeiro livro que recebi por intermédio dessa parceria. 

Para fazer a primeira resenha da parceria com a Geração Editorial, escolhi o livro Confúcio - As lições do mestre. Durante a faculdade de Jornalismo, tive um professor que apresentou um pouco sobre a história do Confucionismo para a turma e fiquei interessada quando soube que esse era o tema de um dos lançamentos da Geração Editorial. Atualmente, o Confucionismo é uma religião praticada por 5 milhões de pessoas, sendo que a maioria dos seguidores está situada na Ásia.

O livro reúne ensinamentos de Confúcio, considerado um nome importante para a filosofia e para a religião do Confucionismo. Um dos grandes ensinamentos dele era que a sobrevivência da população estava relacionada com o exercício correto de uma cultura racional, da prática de uma moral eficaz em inibir o mal e incentivar a bondade. No decorrer da obra, que foi traduzida diretamente do chinês pelo sinólogo (pessoa que estuda a civilização chinesa) André Bueno, o leitor tem acesso aos ensinamentos do filósofo por intermédio de diálogos.

O livro tem 96 páginas, tornando a leitura rápida. O acabamento é em brochura e gostei muito disso porque deixou o manuseio mais prático. Outro ponto forte do livro é que a capa parece de madeira, mas na verdade não é. Aliás, a capa desse livro é muito bonita. As ilustrações internas do livro também merecem destaque: feitas em preto e branco, permitem que o leitor visualize as principais cenas dos ensinamentos. Recomendo a leitura. 
LIVRO: Confúcio - As lições do mestre
TAMANHO: 96 páginas
EDITORA: Geração Editorial
VALOR: R$ 21,90

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