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Relíquias literárias


Sites e redes sociais de editoras servem para divulgar eventos e livros das editoras, certo? Sim, certo, mas não é apenas isso. Se vasculhar com paciência é possível encontrar dicas e textos interessantes sobre o universo literário. Pensando nisso, esse é o primeiro texto de muitos que aparecerão aqui no Blog da Hida para compartilhar e registrar "relíquias literárias" existentes nas plataformas virtuais das editoras.

Para iniciar a nossa série, fiz um apanhado de assuntos interessantes que foram compartilhados no site e na página do Facebook da Geração Editorial, editora parceira do Blog da Hida. (Clique AQUI para ler o texto sobre a parceria)

No site

A Geração Editorial tem um blog hospedado dentro do site da editora. A página é repleta de informações úteis sobre livros, cultura e diversão. Quer ver? Então, vou apresentar alguns artigos interessantes que achei por lá.

- Você prefere almoçar rapidinho e perto do trabalho para dar tempo de visitar um sebo e uma livraria no horário do almoço? Se respondeu que sim, saiba que comete uma das 10 atitudes típicas de um viciado em livros. Veja a lista completa AQUI no blog da Geração Editorial.

- Quando o assunto é livro, não existe coisa mais chata do que emprestar uma obra literária para o amigo e receber a mesma rasurada, não é? Por isso, um dos 13 mandamentos da ética do livro é "Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue". Clique AQUI e mostre para aquele amigo folgado como é que as coisas devem ser.

- "Agatha Christie lia 200 livros por ano, enquanto que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, termina um a cada duas semanas. O ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt lia um livro por dia e até dois ou três, se tinha uma noite mais tranquila. Mas como as pessoas em geral podem conseguir fazer isso?". Leia dicas AQUI no blog da editora. 

No Facebook

Além de promoções, lançamentos literários e dicas, a página da Geração Editorial no Facebook é repleta de imagens inspiradoras e memes divertidos. A foto que está aqui acima foi retirada de lá, assim como as demais que seguem abaixo. Confira!






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Cartões e marcadores do blog

Oi, pessoal! Tudo bem? Quem me acompanha pelo Instagram (@hidaianarosa) sabe que o Blog da Hida agora tem marcadores de livros e cartões de visita personalizados. Conheço algumas pessoas que não tiveram boas experiências com serviços gráficos e por isso resolvi contar um pouco sobre como foi o processo de criação, produção e impressão do material que fiz para o blog. Também vou colocar valores de todos os serviços, assim você tem referência caso tenha interesse em investir em cartões e marcadores. Vale destacar que é importante consultar as tabelas dos profissionais indicados aqui no texto porque os preços podem variar de acordo com o tipo de trabalho solicitado. Ah, outra coisinha: desde já peço desculpa pelo texto longo. É que fui bem detalhista e espero que as dicas ajudem e sejam úteis. 


A minha necessidade de fazer cartão de visita para o blog surgiu no ano passado quando eu fui em um evento de empreendedorismo. Durante rodadas de conversas com os participantes eu falava sobre a página e a pessoa pedia um cartão, mas eu não tinha e ficava aquela situação chata de ter que anotar o endereço do blog em um pedaço de papel e entregar para a pessoa. A partir daí, percebi que precisava fazer os cartões o mais rápido possível para evitar novos constrangimentos.

A ideia de fazer os marcadores de livros está muito relacionada com o meu gosto pela leitura. Como tenho amigos e leitores que gostam do mundo literário, sabia que o marcador poderia ser ótima lembrancinha do blog. Sem contar que, em linhas gerais, as pessoas valorizam mais o marcador do que o cartão de visita. Digamos que o marcador tenha mais utilidade no dia a dia. É difícil a pessoa jogar fora o seu marcador de página. O cartão de visita é mais formal, porém não deixa de ser necessário para quem quer investir na divulgação do blog. Caso você não tenha dinheiro para fazer os dois materiais gráficos, sugiro que opte pelo marcador de página e coloque os seus contatos nele. Assim você apresenta e divulga o seu blog e também agrada a pessoa com um mimo interessante.

Colocando a mão na massa

Após entender que precisava fazer os cartões e marcadores, fui atrás de uma pessoa com conhecimentos em design que pudesse criar as artes dos materiais para mim. A responsável pela criação dos cartões de visita e marcadores de livros do Blog da Hida é a Camila da empresa Colorindo Design. Aliás, a Camila também é a pessoa responsável pelo template (ou layout, como alguns dizem por aí) do meu blog. Clique AQUI para conhecer o trabalho da Colorindo Design.

Conversei com ela sobre a minha vontade de ter as peças gráficas e rapidinho ela entendeu a minha ideia e soube colocar tudo no papel. Para criar o cartão e o marcador, usei a mesma identidade visual aqui do blog. Fiz isso porque facilita no momento da pessoa assimilar e reconhecer o blog no material gráfico. A arte do cartão de visita custou R$ 40 e a do marcador saiu por R$ 30. 




Impressão

Quando a Camila concluiu as artes, fui atrás de gráficas em Campinas para fazer as impressões. Nesse momento bateu o desespero porque o pessoal cobrava valores absurdos para poucas quantidades dos produtos. Em uma das cotações, o atendente da gráfica cobrou R$ 90 em 500 cartões de visita. Outra empresa pediu R$ 350 em 1 mil cartões de visita. E nenhuma das gráficas que consultei na cidade se propôs a imprimir os marcadores de página. Em relação aos marcadores, eles sempre davam desculpas como "não imprimimos esse tipo de material" ou "estamos com muitas demandas e podemos fazer apenas os seus cartões".

Foi aí que a Camila me indicou a gráfica virtual 360imprimir. No começo fiquei insegura, mas pesquisei na internet e vi que muitas pessoas recomendavam os serviços da 360imprimir. Resolvi testar e foi a melhor experiência possível. O atendimento dos funcionários foi ótimo e o site é bem fácil de entender.

Para fazer serviços gráficos na 360imprimir você tem a opção de fazer download da sua arte pronta (o meu caso, por exemplo) ou usar um dos modelos que eles disponibilizam no site. Os valores variam conforme acabamento, cor e corte do seu produto. 

Eu paguei R$ 50 em 2 mil cartões de visita e R$ 112,99 em 1 mil marcadores de página. Os cartões e marcadores foram feitos sem acabamento, mas a impressão ficou correta, o papel veio reforçado e nem parece que a minha impressão é a sem verniz porque os materiais ficaram com superfície lisa e impecável. O frete custou R$ 24,44 e no fim a minha conta na 360imprimir fechou em R$ 187,40.

Além de "mandar bem" na impressão, a gráfica caprichou no envio dos produtos. Recebi em caixinhas de papelão reforçadas. O material também estava bem acomodado e sem amassar. O prazo de entrega demorou 20 dias porque eu pedi produção lenta (se você pede produção rápida, eles cobram uma taxa), mas como eu não estava com pressa, isso não foi problema. Para conhecer o trabalho da 360imprimir é só clicar AQUI e acessar o site da empresa. É isso, turma, espero que todo mundo tenha gostado. Espero opinião nos comentários



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Clubes de assinatura viram moda

Pode ser uma caixa com vinhos, cosméticos, livros, grãos de café e até preservativos. Os clubes de assinatura online – modalidade de negócio no qual o cliente paga um valor mensal e recebe periodicamente uma seleção de produtos entregues em casa – prosperaram no Brasil e viraram mania entre os consumidores. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Clubes de Assinaturas, atualmente existem 350 mil clientes no país que recebem produtos personalizados.

A jornalista Karina Fusco, 38, é apaixonada por culinária e decidiu assinar uma caixa com temperos para descobrir e testar novos sabores. Eu e meu marido sentimos necessidade de fugir desses temperos prontos que a gente encontra por aí nos supermercados. Por R$ 84 assinamos uma caixa com temperos e todos os meses recebemos seis tipos de produtos diferentes. Também recebemos um livro de receitas. Além de prático, trouxe novas experiências, relata Karina ao explicar os benefícios de assinar a caixa mensal.

Karina Fusco, 38 anos, recebe caixas com temperos / Foto: Denny Cesare/Código 19

O gerente de Marketing Danilo Canova Denardi, 31, também se rendeu ao clube de assinatura. Sempre gostei de cervejas e há seis meses optei por assinar uma marca que entrega cervejas nacionais e importadas na minha casa. O legal disso é que conheço cervejas de todos os cantos do mundo. São quatro tipos de cervejas que recebo mensalmente e pago mensalidade de R$ 85. Se não fosse pelo clube, eu não teria conhecido tantos sabores diferentes, conta Denardi.

Segundo Gabriel Ribeiro, representante da Associação Brasileira de Clubes de Assinaturas, o sucesso desse tipo de negócio está na característica de apresentar novidades aos consumidores. A pessoa quer receber uma recomendação e conhecer coisas novas. Sem contar que tem o lado prático de receber o que você precisa na porta de casa, afirma Ribeiro.

Oportunidade
E se há demanda entre os consumidores, os clubes de assinatura se tornam um tipo de negócio atrativo para os empreendedores. Contudo, na análise de Lisa Bueno, consultora em Modelagem de Negócios, o empresário que deseja investir nesse tipo de mercado precisa estar bem estruturado. É um investimento que o comerciante vai ter uma renda fixa porque ele terá um cliente que assinará por três, seis ou nove meses, por exemplo, e sabe que sempre haverá dinheiro entrando nesse período. Mas é preciso pensar com cuidado no tipo de produto, em como montar o estoque, entre outros fatores, pondera Lisa.

Carlos Eduardo Moura, representante da Superlógica Assinaturas, empresa de Campinas especializada em gerenciar sistemas de negócios recorrentes, alerta que o empreendedor que deseja criar um clube de assinatura também precisa ficar atento em etapas como transporte, entrega e cobrança do consumidor. Muito mais do que se preocupar em oferecer bons produtos, o empresário que quer investir em clube de assinatura precisa pensar em como vai ficar o frete, quais as modalidades de pagamento que ele poderá oferecer ao consumidor e como ele vai monitorar os pagamentos. Tudo isso é importante para garantir solidez, esclarece o representante da Superlógica.
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Tradição Tibetana na Serra Gaúcha

Pertinho de Porto Alegre, o Templo Budista Khadro Ling traz um pouco da religião e da cultura Tibetana para o meio da serra gaúcha. Localizado à cerca de 90 Km da capital do Rio Grande do Sul, o local oferece retiros e cerimônias budistas, e está aberto para visitação gratuita de quarta a domingo. Para nos fazer recordar de nossa natureza pura, o templo - que é o maior da América do Sul - é todo colorido e cheio de detalhes e ornamentos, cada um com seu próprio significado.

La Kang, o templo construído e ornado segundo as tradições artísticas tibetanas. / Foto: Karine Kerr

Khadro Ling, que em tradução livre significa "Morada das dançarinas do céu", é a sede de uma organização sem fins lucrativos destinadada ao estudo e prática do budismo tibetano fundada em 1995 pelo mestre tibetano Chagdug Tulku Rinpoche. A área foi construída no topo de uma montanha na cidade de Três Coroas. O centro abriga ainda um La Kang, templo ornado segundo as tradições tibetanas. As estátuas, estupas e rodas de oração espalhadas pelo lugar estão abertas para visitação gratuita. Uma comunidade de aproximadamente 50 pessoas vive no Khadro Ling, e são essas pessoas as responsáveis - de forma voluntária - pela organização do centro, que se mantém através de doações e da venda de livros e artigos religiosos.

Com uma vista incrível do vale, o Templo Budista de Três Coroas é um lugar de paz. Não há restaurantes no local, e é possível ficar hospedado apenas se você estiver participando dos retiros ou eventos realizados pelo centro. Não é permitido fumar na área do templo. Qualquer pessoa é bem vinda no centro budista, e não há restrição de roupas para entrar no lugar, mas sempre é bom lembrar que este é um lugar sagrado, de orações, e portanto o respeito e a reverência são importantes. Fotografias e filmagens somente são autorizadas na área externa. Nos domingos são oferecidas práticas de meditação abertas ao público, a partir das 9h.

A tradição diz que você deve dar pelo menos três voltas ao redor das estupas, fazendo orações ou recitando mantras. / Foto: Karine Kerr

Como chegar: O templo está localizado a 90 Km de Porto Alegre e 7 Km (por estrada de chão) da cidade de Três Coroas. A partir de Porto Alegre, siga pela RS-020 em direção a São Francisco de Paula e dobre a esquerda na parada 177, seguindo as indicação até o centro budista.

Horários de visitação: Entre quarta e sexta, das 09h às 11h30 e das 14h até as 17h. Sábados e domingos, das 09h às 16h30. Às Segundas e Terças-feiras o templo fica fechado para visitação. Grupos acima de seis pessoas devem agendar a visita.

A cidade: Três Coroas é um município de cerca de 25 mil habitantes. Há várias opções de hospedagem e alimentação na cidade. Para viajantes mais radicais, Três Coroas é um polo de rafting e canoagem muito conhecido.

Para saber mais sobre a história, os monumentos ou quaisquer outras informações, acesse o site do Templo Budista de Três Coroas AQUI
IMPORTANTE: O Templo Budista estará fechado  para visitação de 17/02 a 03/03.
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Vamos falar de papelaria?

Quem me acompanha no dia a dia ou nas redes sociais sabe que sou apaixonada por papelaria. Adoro cadernetas, canetas, agendas, marcadores, adesivos e tudo que envolva o universo do papel. 

Dizem por aí que o ano começa somente após o Carnaval, mas no meu caso o ano inicia apenas depois que encontro uma boa agenda. Sou criteriosa na escolha porque sei que a agenda vai me acompanhar por 12 meses, então realmente necessito de algo que seja funcional e combine com a minha personalidade.

Neste ano demorei mais para achar uma agenda bacana. Vi vários modelos, mas em nenhum dos casos acontecia aquele insight de "nossa, é isso que eu preciso!". Semana passada, vasculhando as prateleiras da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em Campinas, encontrei uma agenda bacana da Editora da Tribo. (Clique AQUI para saber mais sobre a empresa)

Eu não conhecia a marca, mas a Rebeca do Blog Papel Papel disse que a Editora da Tribo é antiga e agora está voltando com tudo. 

A capa da agenda que escolhi é preta e decorada com palavras que giram em torno do cotidiano de uma pessoa. Exemplos: afeto, cultura, inspiração, emoção, amizade, amor, riso, corpo e conhecimento. Ela é em espiral, então facilita no momento de manusear para escrever nas páginas de cada dia.

Diferente dos dias entre segunda e sexta, o sábado e o domingo são divididos em uma página. A agenda não é pautada, ou seja, não possui linhas, e eu achei isso legal porque dá para investir em colagens e desenhos. Ok, não sou uma boa desenhista, mas dá para tentar uns rabiscos.

Os meses são separados por cores, então a agenda é bem colorida e isso torna as coisas mais animadas. Além disso, cada dia da semana é decorado por desenho ou uma poesia e eu achei isso muito criativo e inspirador.

Abaixo, leia um poema que está na página do dia 25 de março e veja fotos que fiz da agenda. E você, já escolheu a sua agenda 2016? Como ela é? Conte tudo nos comentários.

O rio

feliz é o rio
que nunca
é o mesmo:

hoje um
ontem outro
muda
a cada minuto
mal chegou
já partiu

um rio
nunca se repete
nem se cansa

é sempre

mudança
mudança
mudança

[Louis Allien]






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Faça amor, não faça jogo

Criador do blog The love code e autor do livro "Faça amor, não faça jogo" (Editora Gutenberg), o publicitário Ique Carvalho deu entrevista para mim e contou um pouco sobre o trabalho que produz. A entrevista foi publicada no Metro Jornal Campinas e reproduzo aqui no blog. Aguardo opinião nos comentários. Quem aí já leu o livro do Ique?

O livro “Faça amor, não faça jogo” surgiu após o sucesso do seu blog. Sobre o que era a sua página virtual?
Eu criei o blog em 2010 e na época eu era solteiro. Então a página falava do meu fracasso com as mulheres. Eu postava sobre as minhas tentativas de relacionamento que não davam certo porque as pessoas sempre fazem jogos com a gente. E quando eu pensava que os relacionamentos iriam dar alguma coisa, acabavam não virando nada. As pessoas começaram a ler os textos e se identificaram com os casos que eu contava. O blog tinha seguidores, mas ainda não era um sucesso. No fim, comecei a namorar e parei com a página porque já não saía mais em busca de relacionamentos. Foi então que o blog ficou sem novos textos por um ano.

Mas depois você decidiu retomar o blog, certo? Como ele ganhou fama?
Depois que eu comecei a namorar, passou um certo tempo e descobri que meu pai tinha uma doença muito grave. Na mesma semana que descobri a doença, a minha namorada terminou comigo e eu fiquei muito triste. Foi aí que voltei a escrever no blog e escrevi o texto “Faça amor, não faça jogo”, que agora virou livro, e a página estourou. O blog, que antes tinha aproximadamente 700 seguidores, passou para 140 mil seguidores. Fiquei muito feliz e notei que o meu trabalho tinha uma missão.

Qual missão?
Tem a proposta de ajudar as pessoas. Tem gente que me escreve contando que se aproximou da família e dos amigos por causa de um texto meu. Pessoas que estavam brigadas e depois se uniram novamente.

Todas as suas histórias são verdadeiras?
Digamos que 70% das mensagens que recebo dos leitores possuem essa pergunta. As pessoas questionam se as histórias aconteceram mesmo comigo. Bom, claro que ocorreram. Tudo é verdade, mas é óbvio que eu preciso contar os acontecimentos com as palavras corretas porque eu preciso que as pessoas se interessem pela história. Se eu escrevo literalmente do jeito que ocorre, não chama a atenção. Mas os fatos são sempre verdadeiros.

Tem gente que não acredita no seu romantismo...
Tudo o que eu faço é real. Tem homem que chega e fala “Poxa, cara, você me colocou em uma furada. Minha namorada leu o seu texto e quer que eu seja como você. Como vou fazer essas coisas que você faz?”. Aí eu respondo que tudo o que eu faço é verdadeiro e nada é impossível. Impossível é sair voando, mas levar flores para a namorada, por exemplo, é algo simples, que pode ser feito. Ser carinhoso é algo simples. Para isso você tem que buscar alguém parecido com você. Não acredito nisso de que os opostos se atraem. Você tem que buscar alguém que seja parecido com o seu perfil.

IQUE CARVALHO: nasceu em 1980 em Belo Horizonte (MG). Caçula de três irmãos, sempre foi fascinado por pessoas e suas complexas relações, o que o levou a cursar Psicologia na Universidade Fumec (MG). Após três anos de incertezas, decidiu abandonar o curso depois que uma professora leu um texto seu e disse emocionada: “Você não é psicólogo. É escritor”. Formou-se então em Publicidade e Propaganda na mesma universidade, e trabalhou em algumas agências, até abrir a sua própria, em 2009, onde é diretor de arte. A paixão por escrever o levou a criar um blog em 2010. Em junho de 2013, dois fatos mudaram totalmente os rumos de sua vida e de seu blog: na mesma semana viveu o fim traumático de um relacionamento, seu pai recebeu o diagnóstico de uma doença degenerativa grave e irreversível. Começou a partir daí a contar no blog histórias tocantes sobre a vida, o amor, e sobre seu pai, com as quais milhares de pessoas se identificaram, e em pouco tempo o blog se popularizou, atingindo milhões de visualizações, assim como sua página no Facebook, que já tem mais de 110 mil fãs. Este livro marca sua estreia como autor.
Ique Carvalho / Foto: Divulgação/Editora Gutenberg

Publicado pela editora Gutenberg, o livro FAÇA AMOR, NÃO FAÇA JOGO é vendido por R$ 34,90 / Foto: Divulgação/Edtora Gutenberg
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Relatos de carona

Nós colocamos a mochila nas costas, pegamos um ônibus no centro da cidade e descemos perto da Freeway. Caminhamos um pouco até chegar na estrada e, ao entrar nela, eu já senti o poder que ela exercia sobre mim. Eu queria seguir caminhando por ela, mas o sol estava quente e o objetivo era outro: conseguir carona. Levantamos os dedos, confiantes. Mas a tão esperada carona levou algum tempo para aparecer. Quando já estávamos cansados um caminhão parou, entramos e passamos um dia inteiro na estrada com aquele caminhoneiro gaúcho que ia até o Rio de Janeiro, parava a cada duas horas, fez um arroz carreiteiro delicioso e nos deixou na entrada de Florianópolis. Essa foi minha primeira experiência pegando carona na beira da estrada, em 2008. São mais de 7 anos de caronas, sendo que os últimos três me utilizando desse meio de transporte para viajar por 15 países de dois continentes.
Cruzando o Parque Ecológico do Taim, no sul do RS, a bordo de um caminhão./ Foto: Arquivo pessoal

Nesse tempo já peguei carona com as mais diferentes pessoas, em carros grandes e com ar condicionado, em carros pequenos (com as mochilas apertadas no colo), na caçamba de caminhonetes com o vento batendo forte no rosto e querendo levar o chapéu, com caminhoneiro que não dormia há 36 horas, cruzei as montanhas bolivianas levantando a lona da caçamba do caminhão para poder ver, maravilhada, as montanhas. Pego carona em Florianópolis sempre que tenho que me locomover dentro da ilha. Viajei por vários quilômetros em uma BMW dos anos 90, na Sérvia, com um comediante subcelebridade do YouTube, nascido nos Estados Unidos mas descendente de Yugoslavos, que ficava fazendo vídeos o tempo todo. No sul do Rio Grande do Sul um caminhão queimou borracha para conseguir parar. Na Europa dividimos uma Van por três dias e duas noites com um suíço filho de um marroquino. Fomos de Málaga, na Espanha, até Berna, na Suíça, compartilhando histórias, aprendendo um pouquinho de árabe, francês e alemão com ele e ensinando algumas palavras em português. Ao chegar no destino ele ainda nos levou até sua casa, onde tomamos banho, usamos a internet para procurar hospedagem e comemos uma refeição preparada por ele.

Para não dizer que só falei das flores, caronar tem seus problemas, principalmente se você for mulher. Eu, felizmente (ou infelizmente, depende do ponto de vista), nunca precisei viajar de carona sozinha, sempre encontrei companheiros dispostos a se aventurar assim comigo. Mas vamos combinar que é um saco que eu seja respeitada só porque tem um homem do meu lado que será visto como meu "dono", o que me torna "intocável". E, mesmo assim, não é o suficiente: durante um trecho no chaco paraguaio, nos vimos em uma situação em que tivemos que dividir a cabine do caminhão com o caminhoneiro pela noite, sair era impossível porque os mosquitos mutantes gigantes do lugar eram sanguinários e não viam sangue doce há algum tempo, e o climatizador do caminhão estava estragado. O motorista (que tinha bebido um fardo de latinhas de cerveja) dormiu na cama de cima e eu dividi com meu companheiro a de baixo. No meio da noite comecei a sentir uma mão encostando no meu braço. Era o caminhoneiro, esticando o braço para me tocar. Eu dei um tapa na mão dele, xinguei em espanhol e acordei meu companheiro, pedindo para trocar de lugar com ele. Os toques pararam por aí, no outro dia seguimos viagem e tudo ficou bem, era só um cara bêbado que não compreendeu muito bem essa história de caroneiros.

Esticando o dedão em Berna, na Suíça. Depois de 40 minutos, um senhor parou e com ele fomos até Zurique. Ele ainda nos deixou na porta do prédio de quem ía nos hospedar na cidade./Foto: Arquivo pessoal.

Muitos dizem que é loucura, que é arriscado, que é inseguro, que o mundo é um lugar feio, cheio de pessoas horríveis que estão por aí à procura de pessoas aleatórias para fazer mal. Não que esse tipo de gente não exista (mais uma vez, se você que lê isso é uma mulher sabe que as chances de um estranho te machucar são bem altas), mas o medo é uma arma bastante poderosa. Pela minha experiência nas estradas eu digo que ainda existem muito mais pessoas generosas, dispostas a ajudar e dividir seu tempo e um pouquinho da sua vida com desconhecidos, do que o contrário. Caronando você ficará cansada, enfrentará dias de sol na cabeça por horas, ou chuva às vezes, vão passar horas até que alguém pare naquele lugar abandonado por todos os deuses onde só passa um carro a cada 3 horas. Mas você também terá experiências incríveis, conhecerá pessoas que de outra forma talvez nunca entrariam no seu círculo de amizades. Receberá convites para se hospedar, comer, visitar lugares. Aprenderá muito, e talvez também ensine um pouco. 

Não escrevo isso querendo dizer que todos devem viajar de carona. Tem que querer muito fazer isso, estar aberta às possibilidades, seguir sempre a intuição, e não são todas as pessoas que já estão preparadas para isso. É mais como uma declaração de amor à essa forma tão romântica e romantizada de viajar. Vocẽ pode assistir todos os filmes, ler todos os livros sobre o assunto, conversar com várias pessoas que pedem carona em postos da gasolina, beira de estrada, pedágios, redes sociais. Mas a sua experiência sempre vai ser única, e uma carona nunca será igual à outra. E por mais que te digam que você não pode/não deveria, siga seu coração, sempre.

(Enquanto escrevo esse relato, estou escutando "Mama", da banda potiguar Far From Alaska. A letra: "Mama told me not to talk to strangers when I'm out of home/'Cause we live in a universe where no one can really know a soul". Achei conveniente.)
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RMC em fotos

Não há dúvida de que muito mais que um aparelho de comunicação, o celular virou meio de compartilhamento de ideias e informações. De olho no sucesso do mundo mobile, as jornalistas Luiza Cazetta, 28, e Talita Bristotti, 24, criaram o @ViNaRMC, projeto colaborativo de fotografia que utiliza o Instagram para divulgar imagens dos 20 municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas), no interior do Estado de São Paulo.

Segundo as idealizadoras, o @ViNaRMC conta com mais de 2 mil seguidores que moram na região de Campinas e diariamente enviam fotos usando a hashtag #ViNaRMC. Atualmente, mensura as jovens, o projeto já recebeu mais de 16 mil imagens.

Podem ser fotos divulgando um acidente, um congestionamento, um ponto turístico, competições esportivas e apresentações culturais, explica Luiza.

Foto do @weslleyfotografou, enviada para o projeto @VinaRMC
Segundo Talita, o diferencial do projeto é apresentar a RMC às pessoas. Moramos em uma região muito grande e acho que muita gente acaba não conhecendo ela inteira. Eu, por exemplo, não estive em todas as 20 cidades. Então o que eu mais gosto no @ViNaRMC é a oportunidade que ele dá para mostrar o que a RMC tem para oferecer, esclarece.

Morador de Americana
, Valdelei Batista Pinheiro, 44, acredita que o projeto é importante porque mostra “a cara” da região. Temos muitas cidades e é legal ver as fotos de todas, conta Pinheiro.
Se você, leitor e morador da região de Campinas, flagrar uma imagem legal, é só publicar no Instagram usando a hashtag #ViNaRMC. Se não mora na região, vale a pena passar no Instagram e espiar o projeto. 
Foto do @gustavolir8 enviada para o projeto @ViNaRMC

Foto da @tatianaribeiro enviada para o projeto @ViNaRMC

Foto do @daniel.neggo enviada para o projeto @ViNaRMC

Foto enviada pelo @foncati para o projeto @ViNaRMC

Foto do @valbpinheiro enviada para o projeto @ViNaRMC

Foto do @paulinhohop enviada para o projeto @ViNaRMC
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[Parceria] Geração Editorial

Quando eu estava na faculdade, um professor disse a seguinte frase para a turma: "vocês são o que leem, portanto busquem materiais de qualidade". Concordo com a afirmação dele e acredito que devemos sempre entrar em contato com coisas que façam a nossa mente evoluir. Prometi para mim que 2016 seria um ano de descobertas e aprendizados e ontem recebi a grata notícia de que o blog foi selecionado como parceiro da Geração, editora criada em agosto de 1992 na Bienal do Livro de São Paulo. Estou muito feliz com essa parceria porque tenho certeza que por intermédio dela vou conseguir abordar conteúdo interessante e trazer resenhas legais aqui para o blog.


Além das literaturas brasileira e estrangeira, a Geração publica títulos sobre economia, história, ciência e filosofia. No catálogo também é possível encontrar biografias, livros infantis e juvenis, romances e denúncias. Em 2010 a Geração Editorial comprou a editora Jardim dos Livros, que publica obras sobre negócios, estratégia, autoajuda e literatura popular, ampliando assim o acervo oferecido aos leitores.

Clique AQUI e conheça o site da editora. Também é possível seguir pelo Facebook (/geracaoeditorial), Twitter (@geracaobooks), Instagram (@geracaoeditorial), Google+ (/geracaoeditorial) e YouTube (/geracaoeditorial).


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Chuvisco de risco



Como seria um desenho sobre a sua música favorita? E se você pegasse uma caneta e tentasse colocar no papel o seu atual momento de vida? Como seria essa ilustração? Misturando música, frases de livros, sentimentos e manifestos para uma vida melhor, a ilustradora Belkisse Lemes Alves, de 28 anos, mantém o Chuvisco de risco, perfil no Instagram que reúne ilustrações inspiradoras sobre temas diversificados.

Formada em Artes Visuais e Arquitetura e Urbanismo, a Bel tem o objetivo de formar uma corrente do bem por intermédio dos desenhos. "O Chuvisco começou de maneira despretensiosa. Eu falava de coisas minhas, músicas e textos que faziam parte da minha rotina. Com o passar do tempo e um alcance inesperado de pessoas, eu pensei que informar seria uma espécie de corrente do bem, que eu deveria fazer ao falar do que acredito", conta a ilustradora.

O primeiro desenho produzido para o projeto Chuvisco de risco, relembra Bel, foi feito em uma agenda de trabalho. "Eu fiz pensando em uma música do Cícero Rosa Lins. Meu computador na empresa vivia travando devido a um projeto complexo que estava desenvolvendo. Nesse tempo de 'travamento', para me livrar do tédio, escutava música. E quando chegou em uma das faixas do disco, pensei 'Essa música daria um desenho'. Abri a agenda e fiz. E assim começou um vício sem fim", afirma.



E, segundo a artista, a inspiração para fazer os desenhos surge em muitos momentos. "Dos meus conflitos pessoais, do meu coração, das canções que escuto, das maravilhas que leio por aí, das pessoas incríveis que conheço, do meu trabalho, minha família, da natureza, da observação", exemplifica Bel.

O nome para o projeto, inclusive, surgiu sobre essas observações da vida. "Me lembro que eu havia acabado de mudar de trabalho, estava ansiosa e dirigindo meu carro num dia de chuva. Quando parei no semáforo, pensei na frase 'É tanto sentimento que chuvisco um risco para explicar o que há por dentro'. E logo me veio: Chuvisco de Risco. Eu estava em busca de um nome para um Instagram só com os desenhos, já que eu postava todos em meu Instagram pessoal e vários amigos falavam para eu criar um apenas com as ilustrações", diz Bel.

Muito mais que compartilhar ilustrações e inspirações, Bel quer evoluir e aprender constantemente. "A vantagem de compartilhar tudo isso [no Instagram] é uma felicidade gigante que dá essa troca. Eu costumo dizer que sou outra pessoa depois do Chuvisco. Todo dia quero ser melhor, quero evoluir, pensar de maneira coletiva. Quando alguém se identifica com algum desenho e diz 'Nossa, como é bom ler isso. Você alegrou a minha manhã', ela alegra a minha manhã também. E aí seguimos nessa troca infinita", destaca a jovem artista. 

Para acompanhar o trabalho da Bel é só seguir o perfil @chuviscoderisco no Instagram e curtir a página do Chuvisco AQUI no Facebook. 




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[Resenha] Quando o amor acontece

"Fecho o casaco até o queixo e inspiro o ar gelado para dentro. Não sei quando isso começou, mas é meio que um ritual antes de abrir minha mochila e apanhar qualquer livro surrado que eu tenha pego emprestado da biblioteca. Nós só temos uma por aqui e juro que já li todos os livros de lá que tem as folhas amareladas e capas gastas. Não sei por que, mas gosto de exemplares mais antigos. Sinto como se carregassem duas histórias ao invés de uma: a do próprio livro e a de quem o possuiu, e me divirto imaginando como o ex dono deve ter sido." [Página 6]




Publicado pela Editora Charme, o livro Quando o amor acontece, da escritora Thaís Santos Lurco, conta a história de Alexandra Carter - ou simplesmente Alex -, uma jovem de 17 anos que enfrenta conflitos familiares e luta para encontrar conhecimento e conquistar autoestima. 

Moradora da pequena cidade de Chestertown, Alex divide o tempo entre estudar, trabalhar na loja de conveniência de um posto de combustíveis, ler os livros que empresta da biblioteca e cuidar da mãe bêbada. A história da menina muda quando ela conhece Jacob (o Jake), um jovem que acaba de se mudar para Chestertown. Além do contato com Jacob, Alex descobre que tem grande cumplicidade com Annabel, a colega de trabalho. Juntos, os três amigos percebem que o amor, em suas variadas formas, é a chave para uma vida plena e que ninguém consegue ser feliz sozinho.

Quando o amor acontece é o romance de estreia da carioca Thaís Santos Lurco. A história conquista pela riqueza de detalhes que Thaís utiliza para moldar os personagens. Os cenários da obra literária também foram bem construídos e durante a leitura é possível visualizar claramente todos os locais da trama. 

Fisicamente o livro também agrada: por ser maleável, facilita a leitura em qualquer lugar. Várias vezes eu li dentro do ônibus e consegui manusear sem grandes problemas. As letras têm tamanho médio, o que não torna a leitura cansativa quando se está em movimento.

A ilustração da capa também foi algo que me surpreendeu no livro porque achei o desenho bonito. A personagem Alex é fã de livros, o que me fez abrir um sorriso toda vez que ela aparecia na história contando sobre o livro que estava lendo no momento.


QUANDO O AMOR ACONTECE - RESUMO OFICIAL: Ser adolescente é complicado, mas para Alex é ainda pior. Crescer sem o pai por perto, uma mãe que vive bêbada e à sombra da irmã mais velha perfeita são apenas alguns dos motivos que a levaram a odiar aniversários. Mas é exatamente no dia em que completa 17 anos que a sorte começa a sorrir para ela. Ou não. Quando Jake aparece na pequena cidade de Chestertown, ela vê um novo motivo para acreditar no mundo em meio ao caos. Mas se entregar à sentimentos tão conflitantes não é tão fácil quando parece... Como confiar em alguém que você nem conhece quando não é capaz de confiar em si mesma?
Livro: Quando o amor acontece
Editora: Charme
Autora: Thaís Santos Lurco
Tamanho: 191 páginas
Valor: R$ 29,90
Onde comprar: clique AQUI e vá para a loja oficial 
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[RESULTADO] Sorteio template exclusivo



No dia 26 de dezembro de 2015 o Blog da Hida lançou um sorteio de template exclusivo para blogger/blogspot (clique AQUI para ler). A proposta era ajudar um blogueiro a dar uma nova cara para a sua página em 2016. De lá para cá, foram 17 participantes e a vencedora do sorteio foi a Ana Luiza Lopes do blog Entre Páginas. Parabéns, Ana! Que em 2016 o seu blog tenha muito sucesso. Desejo o mesmo aos demais participantes do concurso. 

O sorteio foi realizado da seguinte forma: cada pessoa recebeu um número de acordo com a sua ordem de comentário. O número foi lançado no aplicativo Random, que deu o resultado do vencedor. 

Confira a relação dos participantes, seguindo a ordem (data e horário) dos comentários:
  1. Ana Luiza Lopes (26/12/2015 8h51)
  2. Laura Nolasco (26/12/15 16h46)
  3. Mariana Fialho (26/12/15 16h53)
  4. Meus vícios (26/12/15 18h12)
  5. Papel Papel - Rebeca (26/12/2015 18h50)
  6. Vitória Bruscato (26/12/15 19h50)
  7. Sara Gomes (26/12/15 23h44)
  8. Renata Rodrigues Vita (28/12/15 15h33)
  9. Nanda (28/12/15 16h42)
  10. Minhas impressões (28/12/15 17h45)
  11. Milena Oliveira (29/12/15 11h32)
  12. Solange Antuano (29/12/15 13h07)
  13. Lhéu Suély (29/12/15 23h44)
  14. Juliana Lucena (29/12/15 23h52)
  15. Isabel Marques (02/01/2016 13h)
  16. Neri (02/01/2016 15h09)
  17. Kemmy Oliveira (03/01/2016 03h54)
O template da Ana Luiza Lopes será desenvolvido pela empresa Colorindo Design e terá as seguintes características.


Obrigada, pessoal! 
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