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Mochilas femininas

Seja para carregar itens da escola e do trabalho ou ser usada durante uma viagem, a mochila é um acessório indispensável na rotina de qualquer pessoa. 

Criadas originalmente na África, as mochilas tinham um formato diferente do que estamos acostumados atualmente. No passado elas eram produzidas com emendas de peles de animais e os povos usavam para carregar água e comidas.

Contudo, as coisas mudaram e cada vez mais as marcas investem em mochilas com estampas, estilos e características modernas para agradar todos os gostos. Segundo o médico ortopedista Carlos Antunes Lopes, o ideal é que as pessoas carreguem até 10% do próprio peso para que a saúde não fique comprometida. "Essa bolsa tem que ter duas alças e ficar acima da linha da cintura. Além disso, tem que ser levada sempre nas costas e nunca pendurada em apenas um ombro para não sobrecarregar a coluna", recomenda o especialista.

O Blog da Hida vasculhou o Pinterest e separou modelos de mochilas para inspirar o seu look. Deixe a sua opinião nos comentários.








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Adotar um pet é coisa séria

Representantes da ONG Focinho Abandonado, que atua há dois anos e meio em Campinas. / Foto: Divulgação

Adotar um bichinho de estimação é coisa séria, mas nem todas as pessoas possuem consciência disso. Segundo levantamento realizado pelo Conselho de Proteção e Defesa dos Animais em Campinas, a taxa de devolução após a adoção do pet é, em média, de 10%. Para mudar esse cenário, entidades que lutam pelos direitos dos animais estão realizando campanhas para coibir  desistências após adoção. 

De acordo com a Focinho Abandonado - ONG que atua há dois anos e meio em Campinas e já garantiu um novo lar para 700 pets -, uma das principais dificuldades é vencer o preconceito das pessoas, já que os cães idosos ou deficientes nem sempre ganham chances. "Adotando um focinho você colabora tirando um animal das ruas e ainda enche a sua vida de amor e gratidão", conta Isabela Bittencourt, uma das quatro representantes da Focinho Abandonado. 

Depois de anos esperando a oportunidade de ter um bichinho de estimação, a jornalista Sarah Brito adotou o Sapic, cão da raça Poodle que hoje tem cinco meses. "Me comovi com a historinha do Sapic. Ele tinha uma irmãzinha que foi vendida e ele não foi porque era macho, que é mais difícil de vender. Ele apareceu e eu fiquei feliz em adotá-lo", relembra Sarah ao contar que hoje o cãozinho mora em um apartamento que ela divide com o namorado.

Ainda segundo a jornalista, a relação com o Sapic é de muito cuidado. "Levamos ao veterinário assim que ele chegou e o Sapic tomou todas as vacinas e vermífugo. No começo era mais difícil porque ele teve uma infecção e também não sabíamos como cuidar dos pelos. Hoje damos banho em casa com produtos específicos para cachorro, secamos e penteamos o pelo com um pente especial para evitar nós. Ele passeia bastante, sai de casa, vai na casa de amigos. Ele já foi até em sítio e não gostou muito da grama", brinca Sarah ao falar sobre as preferências do Sapic.

"Adote! Cachorrinhos são tudo de bom, alegram nossa vida. As zoeiras e comidas de móveis, revistas, até livro de receitas, são bobagens perto do amor que esses pequenos trazem. Mas adote com responsabilidade, pois um cachorrinho é um membro da família e merece amor e carinho", aconselha Sarah. 

Você tem vontade ou já adotou um bichinho de estimação? Deixe a sua história nos comentários. Para conhecer o trabalho da ONG Focinho Abandonado, basta clicar AQUI e acessar a página da entidade no Facebook

Ah, o Sapic tem Instagram: siga o perfil @sapicthedog e acompanhe as aventuras do Poodle.

Sapic com a família / Foto: Arquivo pessoal

Sapic e o sapo, parceiro de zoeiras pelo apartamento / Foto: Arquivo pessoal 


Para conhecer o apoio que os animais dão no setor de Segurança Pública, clique AQUI e leia um texto especial publicado pelo Blog da Hida. 
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Amor em forma de lenço

Voluntárias do projeto Lencinho com Carinho / Foto: Divulgação

A mobilização de voluntários em Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo, tem levado apoio a pacientes com câncer em várias cidades do Brasil. Desde março de 2014, o projeto Lencinho com Carinho recebe doações de tecidos e pedrarias e transforma o material em lenços de cabeça para adultos e crianças que enfrentam o tratamento quimioterápico. "Além dos municípios paulistas e outras cidades brasileiras, já enviamos o acessório para a Cidade do Cabo, na África. Com esse simples projeto, pretendemos enviar carinho em forma de lencinho às pessoas que atravessam um momento delicado, com a autoestima baixa pela perda dos cabelos. Muitas enfrentam a solidão, o medo e a angústia da incerteza do amanhã. Acreditamos que um carinho faz toda a diferença e o nosso vai em forma de lenço", conta a criadora do movimento Adriana Turrini.

Desde sua fundação até hoje, o projeto enviou mais de 5 mil lenços e toucas para adultos e crianças. E para levar amor àqueles que precisam, Adriana conta com um time de parceiros. Atualmente o movimento tem 16 voluntárias - chamadas de Meninas Bordadeiras - que recebem os tecidos e confeccionam lenços do tipo echarpe, que são os preferidos das pacientes beneficiadas. Todos os lenços são bordados, recebendo beleza e graciosidade com aplicação de pérolas e miçangas. Depois de pronto, o acessório é higienizado e embalado.

Logo em seguida, 53 madrinhas espalhadas pelo Brasil recebem uma caixa com 50 lenços e distribuem para pacientes de suas regiões. Além disso, a página do projeto no Facebook recebe muitos pedidos, que são atendidos de acordo com a produção dos lenços.

"Como o Lencinho com Carinho não aceita doações em dinheiro, promovemos rifas e vendemos camisetas e a bonequinha Lili, que é o símbolo do projeto. Mas mesmo assim, como a demanda de gastos é grande e tudo é enviado sem custo a quem precisa dos lenços, instituímos o Empresário Amigo, parceria que conta com oito empresários no momento e garante o envio de uma caixa por mês para as madrinhas das cidades", conta Adriana ao esclarecer como recebe apoio para dar continuidade ao projeto.

Quer colaborar com o Lencinho com Carinho? Então clique AQUI e conheça a página do grupo no Facebook. 

Todos os acessórios são customizados com miçangas e pedrarias / Foto: Divulgação
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Amy minha filha [Editora Record]


Não lembro ao certo quantos anos eu tinha quando me peguei dançando e cantarolando sozinha ao som de Rehab. O que posso dizer é que Amy Winehouse, com uma voz marcante e inconfundível, lidera o ranking das minhas cantoras favoritas. Infelizmente, desde 23 de julho de 2011 Amy já não vive mais, porém quem acompanhou a carreira da artista sabe o quanto ela contribuiu para gêneros musicais como soul, jazz e R&B.

O post de hoje do Blog da Hida é sobre o livro Amy Minha Filha, escrito por Mitch Winehouse, o pai de Amy. Em um relato emocionante e rico em detalhes, Mitch mostra que desde a infância Amy se destacou por ser diferente das demais crianças. A biografia conta de maneira sincera e comovente como a cantora se tornou uma grande estrela e também como caiu no vício das drogas, morrendo prematuramente aos 27 anos. Além da narração completa sobre os principais momentos da vida da filha, o livro de Mitch traz fotos de Amy quando criança e muitos desenhos que ela fez ainda na época da escola, deixando o leitor próximo da realidade da cantora. 

Amy iniciou a carreira musical quando ainda era adolescente. Na época, fazia apresentações em pequenos bares e clubes de jazz de Londres. A sua primeira aparição foi em 2003, com o lançamento do disco Frank. Contudo, foi apenas em 2006, com o álbum Back to Black, que Amy ganhou destaque. Back to Black vendeu seis milhões de cópias e em 2007 se tornou um dos discos mais vendidos.

Apesar do sucesso, a carreira de Amy foi várias vezes ofuscada por problemas pessoais, principalmente o casamento conturbado com Blake Fielder, uma vez que as brigas do casal sempre estampavam as manchetes dos jornais. Além disso, o envolvimento com álcool e drogas prejudicou a imagem da cantora. 

Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres no ano de 2011. De acordo com os médicos, a causa da morte foi intoxicação por álcool.
Obra: Amy Minha Filha
Autor: Mitch Winehouse
Tamanho: 348 páginas
Diferencial: tem fotos de arquivo pessoal da cantora e possui desenhos de Amy na época da escola
Preço: R$ 28
Editora: Record
Onde comprar: Saraiva e Livraria Cultura 


Aqui eu precisei usar prendedores de páginas para conseguir fotografar os detalhes do livro

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