Início Sobre contato anuncie recomendo

Como usar: alpargatas

O verão ainda nem bateu na nossa porta, mas a primavera já está fazendo questão de deixar os dias bem quentes.  Com isso, o ideal é escolher roupas e sapatos que deixem o look do dia a dia mais fresco. Pensando nisso, as alpargatas são modelos de calçados confortáveis e que tornam a rotina mais leve.

Os sapatos que chamamos de alpargatas são, na verdade, espadrilhas sem salto. O termo alpargata veio por causa de uma marca, do mesmo nome, que começou a fabricar os produtos aqui no Brasil. Com isso, a definição caiu na boca do povo e atualmente todos conhecem as espadrilhas como alpargatas. Fazemos isso com Bombril (esponja de aço) ou Toddy (achocolatado em pó). Aliás, o nome disso é metonímia, quando trocamos a marca pelo produto.

As espadrilhas surgiram na Espanha, quando soldados e camponeses trançavam espartos, planta parecida com palha, para proteger os pés do frio e da umidade. O sapato ficou conhecido depois que Yves Saint Laurent, na década de 1960, transformou o modelo em salto e colocou nas passarelas.


Se você ainda tem dúvida de como incorporar as espadrilhas nos looks, separei algumas combinações com calça, short, saia e vestido. Caso tenha dicas com o sapato, é só deixar aqui nos comentários.



Fonte das fotos: Pinterest
Continue Lendo

Gentileza feita com arte

José Flávio Audi, 34 anos, colore os muros com mandalas

“Esse desenho é muito lindo. Quem será que fez?”, pergunta a professora de inglês Rosana Salles, 30 anos, após observar uma mandala em um muro na rua General Osório, no Centro de Campinas.

A arte que despertou o interesse da Rosana é criação de José Flávio Audi, artista de 34 anos que desde 2008 tem levado mais vida para espaços urbanos ao espalhar mandalas coloridas pelos muros da RMC (Região Metropolitana de Campinas) e até do exterior. “Eu desenho desde criança e nunca parei de desenhar, nunca parei de criar uma linguagem própria. Nessa de ficar rabiscando, encontrei o meu jeito de produzir e ao longo do tempo descobri que com o spray eu tinha mais liberdade de criação”, explica Audi sobre o processo de desenvolvimento do trabalho.

Além de colorir os muros das cidades, Audi é tatuador no Perímetro Urbano, estúdio localizado no bairro Cambuí, em Campinas. Mas antes de se enveredar pelo caminho dos rabiscos e cores, o artista trabalhava como psicólogo na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). “Chegou uma hora que eu decidi que queria viver apenas com os desenhos. Eu vivia pintando e rabiscando o dia inteiro e decidi ver onde isso poderia chegar. Decidi investir nesse sonho de criança porque eu não poderia passar a vida inteira imaginando como isso poderia ser. Você pode até acreditar naquilo que gosta, mas só vai saber o resultado disso na hora que estiver fazendo. Aí eu saí da Unicamp, fui para São Paulo fazer um curso de arte terapia, ainda ligado com Psicologia, mas depois decidi seguir livre, viver apenas com a arte”, relembra.


A ideia de desenhar mandalas surgiu das observações do cotidiano e é uma maneira que Audi encontrou para compartilhar gentileza e experiências positivas com pessoas desconhecidas. “Eu busco inspirações na natureza e em construções. A mandala é uma representação do infinito. Ela te dá muitas possibilidades de criação e também de interpretação. Gosto de usar cores fortes para passar energia e deixar uma visão agradável. Isso faz bem para as pessoas. Eu acredito que a gente muda alguma coisa quando a gente faz o bem. E a minha intenção é mudar o olhar das pessoas sobre a cidade. Quero surpreender pelo lado positivo”, diz.

Mandala na rua General Osório

Após definir o local que vai receber a arte, Audi cria o desenho na hora, sem utilizar rascunhos. “O barato meu é ver o final que não sabia que ia existir. Essa surpresa do final é muito interessante. Se eu crio uma mandala no papel e depois vou lá e copio na parede, para mim não há graça porque foge totalmente do que eu procuro com a arte, que é criar, encontrar o inesperado. A arte tem essa função de construir e reconstruir. Gosto de fazer uma coisa diferente a cada desenho”, esclarece o artista plástico ao explicar que os desenhos são maneiras de exercitar o autoconhecimento.

Além de Campinas e municípios da região, as mandalas de Audi já foram parar em cidades brasileiras como Florianópolis, Fortaleza, Natal, Jericoacoara, entre outras. Além disso, teve arte também em locais como Austrália, Nova Zelândia e Espanha. “O objetivo do meu trabalho é poder inspirar as pessoas, incentivar que elas usem a própria imaginação. Eu quero que as pessoas vejam as mandalas, se sintam bem e compartilhem isso de alguma forma. Ou ela tira uma foto ou tenta fazer um desenho também. Isso amplia o mundo inteiro. A arte proporciona descoberta e te move a fazer o que gosta”, afirma.


Para conhecer o trabalho de José Flávio Audi, basta clicar AQUI e visitar a página do Estúdio Perímetro Urbano no Facebook.

Artista quer inspirar as pessoas por intermédio dos desenhos
Continue Lendo
© Blog da Hida | Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento por: Colorindo Design | Tecnologia do Blogger.