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Mochilas femininas

Seja para carregar itens da escola e do trabalho ou ser usada durante uma viagem, a mochila é um acessório indispensável na rotina de qualquer pessoa. 

Criadas originalmente na África, as mochilas tinham um formato diferente do que estamos acostumados atualmente. No passado elas eram produzidas com emendas de peles de animais e os povos usavam para carregar água e comidas.

Contudo, as coisas mudaram e cada vez mais as marcas investem em mochilas com estampas, estilos e características modernas para agradar todos os gostos. Segundo o médico ortopedista Carlos Antunes Lopes, o ideal é que as pessoas carreguem até 10% do próprio peso para que a saúde não fique comprometida. "Essa bolsa tem que ter duas alças e ficar acima da linha da cintura. Além disso, tem que ser levada sempre nas costas e nunca pendurada em apenas um ombro para não sobrecarregar a coluna", recomenda o especialista.

O Blog da Hida vasculhou o Pinterest e separou modelos de mochilas para inspirar o seu look. Deixe a sua opinião nos comentários.








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Adotar um pet é coisa séria

Representantes da ONG Focinho Abandonado, que atua há dois anos e meio em Campinas. / Foto: Divulgação

Adotar um bichinho de estimação é coisa séria, mas nem todas as pessoas possuem consciência disso. Segundo levantamento realizado pelo Conselho de Proteção e Defesa dos Animais em Campinas, a taxa de devolução após a adoção do pet é, em média, de 10%. Para mudar esse cenário, entidades que lutam pelos direitos dos animais estão realizando campanhas para coibir  desistências após adoção. 

De acordo com a Focinho Abandonado - ONG que atua há dois anos e meio em Campinas e já garantiu um novo lar para 700 pets -, uma das principais dificuldades é vencer o preconceito das pessoas, já que os cães idosos ou deficientes nem sempre ganham chances. "Adotando um focinho você colabora tirando um animal das ruas e ainda enche a sua vida de amor e gratidão", conta Isabela Bittencourt, uma das quatro representantes da Focinho Abandonado. 

Depois de anos esperando a oportunidade de ter um bichinho de estimação, a jornalista Sarah Brito adotou o Sapic, cão da raça Poodle que hoje tem cinco meses. "Me comovi com a historinha do Sapic. Ele tinha uma irmãzinha que foi vendida e ele não foi porque era macho, que é mais difícil de vender. Ele apareceu e eu fiquei feliz em adotá-lo", relembra Sarah ao contar que hoje o cãozinho mora em um apartamento que ela divide com o namorado.

Ainda segundo a jornalista, a relação com o Sapic é de muito cuidado. "Levamos ao veterinário assim que ele chegou e o Sapic tomou todas as vacinas e vermífugo. No começo era mais difícil porque ele teve uma infecção e também não sabíamos como cuidar dos pelos. Hoje damos banho em casa com produtos específicos para cachorro, secamos e penteamos o pelo com um pente especial para evitar nós. Ele passeia bastante, sai de casa, vai na casa de amigos. Ele já foi até em sítio e não gostou muito da grama", brinca Sarah ao falar sobre as preferências do Sapic.

"Adote! Cachorrinhos são tudo de bom, alegram nossa vida. As zoeiras e comidas de móveis, revistas, até livro de receitas, são bobagens perto do amor que esses pequenos trazem. Mas adote com responsabilidade, pois um cachorrinho é um membro da família e merece amor e carinho", aconselha Sarah. 

Você tem vontade ou já adotou um bichinho de estimação? Deixe a sua história nos comentários. Para conhecer o trabalho da ONG Focinho Abandonado, basta clicar AQUI e acessar a página da entidade no Facebook

Ah, o Sapic tem Instagram: siga o perfil @sapicthedog e acompanhe as aventuras do Poodle.

Sapic com a família / Foto: Arquivo pessoal

Sapic e o sapo, parceiro de zoeiras pelo apartamento / Foto: Arquivo pessoal 


Para conhecer o apoio que os animais dão no setor de Segurança Pública, clique AQUI e leia um texto especial publicado pelo Blog da Hida. 
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Amor em forma de lenço

Voluntárias do projeto Lencinho com Carinho / Foto: Divulgação

A mobilização de voluntários em Ribeirão Preto, no Estado de São Paulo, tem levado apoio a pacientes com câncer em várias cidades do Brasil. Desde março de 2014, o projeto Lencinho com Carinho recebe doações de tecidos e pedrarias e transforma o material em lenços de cabeça para adultos e crianças que enfrentam o tratamento quimioterápico. "Além dos municípios paulistas e outras cidades brasileiras, já enviamos o acessório para a Cidade do Cabo, na África. Com esse simples projeto, pretendemos enviar carinho em forma de lencinho às pessoas que atravessam um momento delicado, com a autoestima baixa pela perda dos cabelos. Muitas enfrentam a solidão, o medo e a angústia da incerteza do amanhã. Acreditamos que um carinho faz toda a diferença e o nosso vai em forma de lenço", conta a criadora do movimento Adriana Turrini.

Desde sua fundação até hoje, o projeto enviou mais de 5 mil lenços e toucas para adultos e crianças. E para levar amor àqueles que precisam, Adriana conta com um time de parceiros. Atualmente o movimento tem 16 voluntárias - chamadas de Meninas Bordadeiras - que recebem os tecidos e confeccionam lenços do tipo echarpe, que são os preferidos das pacientes beneficiadas. Todos os lenços são bordados, recebendo beleza e graciosidade com aplicação de pérolas e miçangas. Depois de pronto, o acessório é higienizado e embalado.

Logo em seguida, 53 madrinhas espalhadas pelo Brasil recebem uma caixa com 50 lenços e distribuem para pacientes de suas regiões. Além disso, a página do projeto no Facebook recebe muitos pedidos, que são atendidos de acordo com a produção dos lenços.

"Como o Lencinho com Carinho não aceita doações em dinheiro, promovemos rifas e vendemos camisetas e a bonequinha Lili, que é o símbolo do projeto. Mas mesmo assim, como a demanda de gastos é grande e tudo é enviado sem custo a quem precisa dos lenços, instituímos o Empresário Amigo, parceria que conta com oito empresários no momento e garante o envio de uma caixa por mês para as madrinhas das cidades", conta Adriana ao esclarecer como recebe apoio para dar continuidade ao projeto.

Quer colaborar com o Lencinho com Carinho? Então clique AQUI e conheça a página do grupo no Facebook. 

Todos os acessórios são customizados com miçangas e pedrarias / Foto: Divulgação
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Amy minha filha [Editora Record]


Não lembro ao certo quantos anos eu tinha quando me peguei dançando e cantarolando sozinha ao som de Rehab. O que posso dizer é que Amy Winehouse, com uma voz marcante e inconfundível, lidera o ranking das minhas cantoras favoritas. Infelizmente, desde 23 de julho de 2011 Amy já não vive mais, porém quem acompanhou a carreira da artista sabe o quanto ela contribuiu para gêneros musicais como soul, jazz e R&B.

O post de hoje do Blog da Hida é sobre o livro Amy Minha Filha, escrito por Mitch Winehouse, o pai de Amy. Em um relato emocionante e rico em detalhes, Mitch mostra que desde a infância Amy se destacou por ser diferente das demais crianças. A biografia conta de maneira sincera e comovente como a cantora se tornou uma grande estrela e também como caiu no vício das drogas, morrendo prematuramente aos 27 anos. Além da narração completa sobre os principais momentos da vida da filha, o livro de Mitch traz fotos de Amy quando criança e muitos desenhos que ela fez ainda na época da escola, deixando o leitor próximo da realidade da cantora. 

Amy iniciou a carreira musical quando ainda era adolescente. Na época, fazia apresentações em pequenos bares e clubes de jazz de Londres. A sua primeira aparição foi em 2003, com o lançamento do disco Frank. Contudo, foi apenas em 2006, com o álbum Back to Black, que Amy ganhou destaque. Back to Black vendeu seis milhões de cópias e em 2007 se tornou um dos discos mais vendidos.

Apesar do sucesso, a carreira de Amy foi várias vezes ofuscada por problemas pessoais, principalmente o casamento conturbado com Blake Fielder, uma vez que as brigas do casal sempre estampavam as manchetes dos jornais. Além disso, o envolvimento com álcool e drogas prejudicou a imagem da cantora. 

Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres no ano de 2011. De acordo com os médicos, a causa da morte foi intoxicação por álcool.
Obra: Amy Minha Filha
Autor: Mitch Winehouse
Tamanho: 348 páginas
Diferencial: tem fotos de arquivo pessoal da cantora e possui desenhos de Amy na época da escola
Preço: R$ 28
Editora: Record
Onde comprar: Saraiva e Livraria Cultura 


Aqui eu precisei usar prendedores de páginas para conseguir fotografar os detalhes do livro

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E se esse carro não estivesse aqui?

Quem vive em cidade grande sabe o quanto os carros tomaram conta das ruas. A coisa é tão complicada que sair para um passeio a pé pelo Centro, por exemplo, vira uma missão sufocante. A cada passo que se dá, é possível enxergar vários veículos estacionados ou trafegando pela via. 

E você já parou para pensar como poderia ser aproveitado o espaço que um carro ocupa enquanto está parado? Essa é a proposta do Park (ING) Day, projeto que ocorre na penúltima sexta-feira do mês de setembro e visa conscientizar as pessoas sobre o quanto uma vaga de estacionamento poderia virar um espaço temporário aberto ao público. A ideia é que os moradores deixem os seus veículos em casa e ocupem a cidade de outras formas. 

Eu descobri o Park (ING) Day no mês passado durante as minhas férias em Buenos Aires, na Argentina. Dei a sorte de ver o projeto ocorrer na mesma rua do hotel em que fiquei hospedada e por isso consegui tirar muitas fotos e entender um pouco sobre este movimento. 

O Park (ING) Day começou em 2005, quando Rebar, um estúdio de arte e design de San Francisco, decidiu testar a ideia. De lá pra cá, o projeto evoluiu para um movimento global, com organizações e pessoas diferentes criando novas formas de utilizar o espaço público. A missão do Park (ING) Day é chamar a atenção para a necessidade de um espaço aberto mais urbano, com muitas pessoas fazendo atividades ao ar livre. 

Lá na Argentina tive a oportunidade de ver o Park (ING) Day promovido pela Belosophy, uma bicicletaria que fica na região central de Buenos Aires. Eles aproveitaram vagas de estacionamento para montar um show ao vivo, espaço recreativo para crianças, área para que mamães conversem enquanto estão com os bebês e um local com esteiras para que as pessoas pudessem relaxar enquanto tomavam uma bebida refrescante. Sim, tudo isso cabe na vaga de um carro! 

P.S: as fotos não ficaram tão boas. Eu ainda preciso melhorar MUITO em fotografia, mas o importante é que vocês vão conseguir enxergar a ideia e refletir um pouco sobre a necessidade de criarmos uma cidade mais humana e participativa. Eu quero opiniões nos comentários!









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Sorteio: template exclusivo



Oi, galera! Tudo bem? Nós do Blog da Hida, em parceria com a Colorindo Design, sabemos o quanto é importante ter uma página na internet com conteúdo relevante e visual bonito. Cientes de que você batalha sempre para deixar os seus posts cada vez melhores, queremos ajudar com a parte gráfica do seu blog e por isso vamos sortear um template exclusivo. 

Para participar da promoção é muito fácil. Acompanhe os requisitos:

- Curtir a página do Blog da Hida no Facebook (tem uma caixa aqui do lado direito para dar like)
- Ser seguidor do Blog da Hida com uma conta Google, Twitter, Yahoo ou outra (siga os passos na caixa SEGUIDORES do lado direito aqui da página)
- Apertar o botão "quero participar" da promoção pelo aplicativo Sorteie.me lá na página do Blog da Hida no Facebook. Clique AQUI  para acessar a promoção.
- Compartilhar esse post com os seus amigos no Facebook
- Cruzar os dedinhos e torcer para ser o ganhador

Prazo: você tem até o dia 21 de novembro de 2015 para seguir os passos acima e concorrer ao template. O vencedor será divulgado aqui no blog e terá o prazo de uma semana para entrar em contato com a nossa equipe pelo endereço hidaianarosa@gmail.com e receber as instruções sobre o prêmio.

Prêmio - Confira a estrutura do template 
- Cabeçalho personalizado ou logotipo e data personalizada
- Background personalizado
- Menu fixo (opcional)
- Postagens recentes ou slide
- Menu personalizado de páginas
- Perfil personalizado com as redes sociais
- Sidebar personalizada
- Barra de pesquisa personalizada
- Categorias personalizadas
- Arquivo em formato de calendário
- Facebook na Sidebar
- Instagram ou Youtube na sidebar
- Títulos dos posts personalizados
- Botões de compartilhamento no final do post
- Assinatura personalizada ou footer do post personalizado (vem com assinatura e botões de compartilhamento integrados)
- Comentários personalizados
- Subir ao topo do blog

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Como usar: sapato Oxford

Não há dúvida de que o sapato é uma peça fundamental no momento de pensar o look do dia a dia. E melhor ainda quando encontramos um modelo democrático e irreverente como o Oxford. 

Os sapatos Oxford surgiram por volta de 1800 na Irlanda e na Escócia. Na época, eles eram chamados de Belmoral, apresentavam modelos simples e não tinham cores variadas. A história mudou por volta de 1900 depois que o calçado passou a ser usado pelas alunas da Faculdade de Oxford, na Inglaterra. A partir daí o nome da peça foi alterado e por isso hoje conhecemos o modelo como Oxford. Aliás, o surgimento do Oxford lembra um pouco a história das alpargatas, que foi contada pelo Blog da Hida neste post AQUI.

Com o calor dos últimos dias, talvez você esteja pensando que não é coerente um texto aqui no blog falando de um sapato para usar com calças, mas saiba que o Oxford também combina com saias, vestidos e shorts. Se não quiser um visual muito pesado, use o modelito com peças delicadas e graciosas, dando mais leveza para o visual. Se for usar com calça, prefira as de modelo skinny. 

O Blog da Hida separou algumas inspirações para você ter ideia de como fica o look de Oxford. E aí, o que achou? Deixe a sua opinião nos comentários.








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Terminei a faculdade. E agora?

Fazer cursos extras é um diferencial no momento de buscar emprego./ Foto: Pinterest

Nesta semana fui cobrir coletiva de imprensa de uma entidade que mensalmente convida jornalistas para apresentar dados sobre o setor industrial. Uma constatação do estudo me chamou a atenção: 93% das indústrias da RMC (Região Metropolitana de Campinas) não pretendem fazer investimentos financeiros em 2016. Além disso, o mês passado foi o pior setembro dos últimos 12 anos em termos de vagas de trabalho e as empresas do setor industrial demitiram 650 pessoas. 

Muito mais que uma crise econômica, o Brasil enfrenta forte crise política e isso mexe com a credibilidade de todos os cidadãos. Com inúmeras notícias de demissões e cortes de despesas, quem está no último ano da faculdade e ainda não tem emprego garantido, pergunta "E agora?".

Segundo a consultora em carreira Fabiana Antunes Amaral, a insegurança do estudante durante o fim da universidade é compreensível. "O jovem sabe que as coisas estão difíceis para aquelas pessoas que já estão no mercado e ele ainda nem entrou. então é natural sentir medo, mas ele não pode deixar esse medo travar a vontade que ele tem de vencer na vida", aconselha Fabiana.

Ainda de acordo com ela, é necessário que o aluno saiba sondar oportunidades e não espere a vaga de emprego "cair no colo". "Nenhum empregador vai bater na porta e oferecer o trabalho dos sonhos. Agora é a hora de vasculhar a agenda e correr atrás de pessoas que já estão no mercado e podem indicar o estudante para uma vaga. Quem fez estágio pode aproveitar e entrar em contato com os antigos chefes. É importante ficar atento também em anúncios e saber o que as empresas estão buscando", recomenda a consultora em carreira.

Durante a conversa com a consultora, o Blog da Hida separou outras dicas para quem está concluindo a faculdade e em busca de emprego. Confira abaixo e depois deixe um comentário com a sua opinião sobre esse assunto. 
- Aproveite a faculdade para fazer estágios
- Assista palestras e faça cursos extras
- Mantenha contato com pessoas que estão no mercado
- Seja o profissional que a empresa procura
- Mantenha o currículo atualizado
- Esteja atento nas coisas que ocorrem ao seu redor
- Converse com os professores e solicite dicas
- Saiba escrever corretamente
- Estude outro idioma
- Faça cadastro em sites que divulgam vagas
- Avalie a possibilidade de empreender
- Não desista dos seus sonhos
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Inspiração: eco bags

Basta uma simples ida ao supermercado, padaria ou farmácia, para ter acesso às famosas sacolinhas plásticas. Apreciadas por muitas pessoas devido ao baixo custo e por proporcionarem usos em outras finalidades, essas embalagens são prejudiciais à natureza porque demoram 400 anos para se decompor. De acordo com levantamento do governo federal, aproximadamente 12 bilhões de sacolas plásticas são distribuídas anualmente no Brasil. A maioria acaba nas margens dos rios ou em algum aterro sanitário, prejudicando o meio ambiente.

Para mudar esse cenário de degradação, o recomendado é utilizar sacolas retornáveis. Popularmente chamadas de eco bags, elas são feitas de algodão ou embalagens pet e possuem diversos formatos e cores para combinar com todos os estilos. Com as eco bags você troca as sacolas plásticas por bolsas reutilizáveis e respeita o meio ambiente. Quer melhores motivos para ter uma? 

O Blog da Hida separou modelos de eco bags e looks com as bolsas para dar dicas de uso. O que achou das inspirações mostradas aqui? E você, pretende inserir esse tipo de acessório no dia a dia? Deixe a sua opinião nos comentários!






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Como escolher a academia ideal?

Antes de "suar a camisa" é importante pesquisar bastante e buscar orientação médica / Foto: Pinterest

Com a chegada do verão e proximidade do fim de ano, fazer academia é uma meta que ocupa o ranking na lista de desejos de muitas pessoas. Segundo os empresários do setor, entre os meses de outubro e janeiro, o número de matrículas tem aumento de 30%. Mas é preciso ter cuidados antes de calçar o tênis, vestir a roupa de ginástica e sair malhando por aí.

De acordo com Kleber Malfatti, gerente de Musculação da Cia Athletica Campinas, no momento de escolher a academia é necessário que o futuro aluno verifique a qualificação técnica dos professores e se os profissionais são registrados no CREF (Conselho Regional de Educação Física). Além disso, conta Malfatti, é importante checar o número de aulas que a unidade oferece e a quantidade de equipamentos disponíveis para os alunos. "Outro item a ser considerado hoje em dia é a localização. A pessoa deve escolher uma academia que seja de fácil acesso e de preferência que tenha estacionamento", conta o gerente de Musculação.

Também é requisitado que o aluno passe por exame médico (cardiológico) e uma avaliação física. O exame cardiológico vai dar a liberação para a prática de uma atividade e em que nível de intensidade é possível trabalhar com cada aluno. Já a avaliação física é composta por um questionário onde são levantados o histórico esportivo, rotina e hábitos de vida.

Opinião: mais saúde no dia a dia
Que a atividade física é importante para a saúde, todos sabem. Então por que é tão difícil colocar a teoria em prática? Boa parte da explicação passa pelo desenvolvimento tecnológico, que trouxe muitas coisas boas, dentre elas o conforto e a abundância de alimentos, mas que também são um forte estímulo para a inatividade física.
As pessoas que adotam um estilo de vida ativo - como caminhar até o restaurante na hora do almoço e substituir a escada rolante ou elevador pelas escadas convencionais - têm menor risco de desenvolvimento de diversas doenças crônicas e da mortalidade.
O importante é que as pessoas se conscientizem de que ser fisicamente ativo aumenta a longevidade com melhor qualidade de vida. Para isso, não precisa ser um atleta de alto desempenho, basta apenas algumas mudanças simples: caminhe mais, evite sempre que possível as facilidades tecnológicas e utilize mais as suas próprias energias. Se preferir um programa mais estruturado, busque orientação ou supervisão de um profissional de Educação Física, médico e respeite os limites do seu corpo.
***Especialista consultado: Silvio Gioppato, médico cardiologista, coordenador médico-científico nos serviços de Cardiologia Invasiva do Hospital Vera Cruz, em Campinas, e no Instituto Doutor Jayme Rodrigues do Hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí. 
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100 ideias da Keri Smith

Conhecer artistas diferentes está entre uma das quatro dicas que eu dei AQUI no blog para ser uma pessoa criativa. E não há como falar de criatividade sem citar Keri Smith. Autora dos famosos "Destrua esse diário" e "Termine este livro", Keri é uma escritora e ilustradora canadense que explora o mundo por intermédio da arte. Além de trabalhar com textos, ela usa pintura, colagens e desenhos para transmitir mensagens às pessoas. Keri se define como uma artista de "obras abertas" e por isso gosta de lançar no mercado peças que são completadas pelo leitor/usuário.

Se você não teve a oportunidade de adquirir os livros de Keri, mas deseja criar um material artístico, recomendo participar do projeto "100 ideas by Keri Smith" (nome em inglês). A proposta é que o participante tenha um caderno para registrar cenas do cotidiano que podem muito bem virar obras de arte. A meta número um, por exemplo, diz o seguinte: "vá para uma caminhada e desenhe ou liste coisas que você viu na calçada". O desafio de número seis também é bem legal. Nele a autora pede que o usuário cole um envelope em seu diário e durante uma semana colete itens que encontrar na rua. Também há tarefas como "encontre uma foto de uma pessoa que você não conhece e faça uma biografia sobre ela". 

Para deixar tudo mais dinâmico, Keri propôs 95 passos e depois o usuário tem que criar as demais cinco tarefas para completar os 100 itens.

Percebeu que as propostas fazem a gente pensar fora do quadrado? São atividades como essa que obrigam o nosso cérebro a fazer conexões inusitadas e criar coisas criativas. 

E vamos falar da melhor parte de tudo isso: para participar dessa ação você não vai precisar gastar NADA de dinheiro. Basta apenas ter um caderno para registrar as metas, cola, tesoura e papel para imprimir as 100 ideias. Clique AQUI  para baixar o PDF com as 100 ideias e AQUI para acessar o blog e conhecer o trabalho da Keri. As metas do projeto estão em inglês, mas é tudo muito simples de entender e, no sufoco, nada que um Google tradutor não resolva.

Compartilho com vocês algumas ilustrações criadas pela artista. 






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Como escolher o hidratante para a pele

Um dos cuidados para evitar o ressecamento e envelhecimento precoce da pele é mantê-la hidratada, especialmente em regiões tão expostas às mudanças do clima como o rosto e os braços. A melhor forma de fazer isso é usar creme que seja eficaz no processo de hidratação da pele, mas o que levar em consideração no momento de escolher um produto? De acordo com Daniela Leal, médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Medicina e Estética, a pessoa não pode comprar um produto motivada pelo aroma. “As empresas cosméticas sabem que determinadas fragrâncias atraem mais as consumidoras. Se a usuária não estiver atenta, ela é levada pelo impulso e acaba motivada por comprar pelo cheiro do hidratante”, esclarece a dermatologista.

Quando se fala em hidratante corporal, explica a especialista, é “muito difícil alguém ter pele oleosa nas pernas e nos braços” e essas áreas do corpo necessitam de hidratação diária, principalmente após o banho. Portanto, Daniela recomenda os produtos que discriminam no rótulo que são para pele seca, pois vão garantir maior quantidade de agentes emolientes, fundamentais para a hidratação do corpo.

O preço é outro fator importante que deve ser considerado no momento de escolher os produtos porque cada matéria-prima utilizada na fabricação tem determinado valor. “Sabemos que não existe milagre quando procuramos qualidade, mas valores altos muitas vezes mais definem um nicho de mercado do que qualidade de produto, por isso é importante a orientação de um profissional para a escolha dos cosméticos. Muitas vezes isso gera economia”, alerta Daniela.
Dermatologista Daniela Leal recomenda cuidados ao escolher produtos para pele./ Foto: Divulgação
Os tipos de cremes indicados para cada pele

Segundo a médica dermatologista, é possível definir quatro tipos de pele: oleosa, mista, normal e seca. As peles oleosa e mista são aquelas que “apresentam o desconforto do brilho no rosto e da sensação de gordura ao passar a mão sobre o corpo”. Nesses casos, é necessário usar produtos com pouca quantidade de óleo, mas com presença de componentes que reponham a água na pele. Além disso, conta Daniela, os produtos precisam ter um toque leve e secar após a aplicação. Os tipos mais indicados para essas peles são sérum, loção toque seco e gel-creme.

Para as peles secas, a hidratação deve conter agentes oleosos como manteiga de karité e óleos vegetais. Os produtos mais indicados são aqueles em forma de creme ou emulsão. E quem tem pele normal deve fugir dos produtos como os cremes a base de manteigas e óleos e normalmente a pele se dá bem com os géis-cremes, loções e emulsões.

Ainda de acordo com a especialista, é importante que o usuário fique atento nos produtos que formam a composição dos hidratantes. “Os agentes antioxidantes, como o chá branco e as vitaminas C e E, por exemplo, são bons para qualquer tipo de pele e faixa etária. Outro componente que sempre é bem-vindo nos cosméticos é o ácido hialurônico. O nome ácido pode confundir e assustar, mas ele não se comporta como ácido no organismo e sim como um excelente agente hidratante”, diz a médica.
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Tropa do batom

Campinas, quinta-feira, 27 de agosto de 2015. A data tinha tudo para ser comum, mas a maior cidade do interior paulista registrava um fato inédito no seu setor de Segurança Pública: ter o primeiro batalhão da PM (Polícia Militar) sob um comando feminino. Às 20h04, a tenente-coronel Carla Basson Niglia, 43 anos, participava da cerimônia que a oficializou na chefia do 35º BPMI (Batalhão de Polícia Militar do Interior), divisão que conta com efetivo de 600 policiais e atende, além de bairros de Campinas, os municípios de Valinhos e Vinhedo.

Em entrevista, Carla disse que o caminho até a cadeira de comandante do 35º BPMI não foi missão simples. “Do mesmo jeito que um jovem precisa provar competência quando chega em uma empresa com pessoas mais velhas, por exemplo, eu precisei provar o meu desempenho por ser mulher. Sempre tem uma resistência, mas conquistei respeito”, afirma a tenente-coronel.
Cabo Elaine Rossi do Baep/ Foto: Denny Cesare/Código 19

E a força feminina na Segurança Pública de Campinas tem outros exemplos de destaque. A cabo Elaine Rossi, 31 anos, é a única mulher entre os 400 homens que atuam na área operacional (patrulhamento) do 1º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia), a tropa de elite da PM. Após cinco anos servindo na Força Tática do 35º BMPI, a policial realizou testes e conseguiu ingressar no Baep em 2014. E se engana quem pensa que Elaine é poupada por ser mulher. “Atuo em ocorrências de explosivos, roubos à bancos, perseguições de suspeitos, patrulhamento de praças esportivas e tudo mais que os homens da tropa costumam fazer. Não tem essa de TPM (tensão pré-menstrual) ou ‘hoje não posso trabalhar’. Todo dia é dia e estou sempre à disposição do comandante para qualquer ocorrência que surgir”, afirma a policial, que nas horas vagas se dedica aos estudos do curso superior de Educação Física. “Para mim, estar no Baep é orgulho porque foi conquista minha. Precisei enfrentar machismo, dificuldades e superar os meus limites. Quero seguir o exemplo da coronel Carla e um dia assumir um batalhão”, confessa a cabo.

Parafraseando o filme “Tropa de Elite”, não é apenas na PM que “missão dada é missão cumprida”. Na GM (Guarda Municipal) a “mulherada” também não brinca em serviço. Integrante da corporação de Campinas há 17 anos, Ana Paula Menezes Rojo, 48, conta com orgulho o fato de coordenar os 400 guardas que trabalham no setor operacional. “Conquistei o respeito de todos. Sou feminina, mas sem perder a firmeza e a postura”, relata Ana Paula.

Ao lado dela trabalha a GM Ellen Barbosa, 39 anos, que também sabe da relevância do trabalho feminino na segurança. “É uma rotina árdua, mas é bacana ver que conquistamos a consideração das pessoas”, diz Ellen.

Ellen Baborsa, GM em Campinas / Foto: Denny Cesare/ Código 19

A “tropa do batom” de Campinas vai mais além e conta também com mulheres que não aparecem nas ruas, mas realizam atividades administrativas importantes para as corporações. Um exemplo desses casos é a cabo Veridiana Alberto, do Baep, que viabilizou as entrevistas desta reportagem.

A superintendente da GM, Ana Paula Rojo / Foto: Denny Cesare/ Código 19



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Pulseirismo: menos não é mais

Quem aí já ouviu aquele conselho que diz “menos é mais”? É, mas no mundo dos acessórios toda regra tem exceção e o pulseirismo é uma delas. Pulseirismo nada mais é que um mix de diferentes pulseiras. Para usar essa tendência é só misturar materiais e cores e deixar o visual mais alegre.

Se você quiser uma combinação mais rock, é só abusar das pulseiras pretas com caveiras e símbolos musicais. Para um look mais chique invista nas cores pratas, douradas e pulseiras que possuem pedras. E se o seu visual for mais básico, vale aproveitar as cores e os variados tamanhos de pulseiras.

Além de fazer um mix com as próprias pulseirinhas, você pode incluir um relógio ou lencinhos e deixar tudo mais delicado e versátil.

Separei algumas inspirações no Pinterest para você ter ideia de como inserir as pulseiras no dia a dia. E aí, o que achou das dicas? Tem pulseiras? Como você faz combinações? Conte tudo nos comentários.



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4 dicas para ser uma pessoa criativa

Criatividade é a capacidade que uma pessoa tem de criar coisas novas, enxergar a partir de um outro ângulo. Mas como ser uma pessoa criativa? Não existe uma fórmula mágica para fazer coisas legais e diferentes, mas posso garantir que a criatividade é uma característica que pode ser adquirida com empenho e dedicação. Pensando nisso, hoje vou falar sobre quatro passos para desenvolver esse dom.

As dicas que listo abaixo foram dadas por um professor que tive durante a faculdade de Jornalismo. Anotei todos os passos em um caderno e hoje transcrevo aqui para você. Comigo elas funcionaram porque passei a ver o cotidiano com olhos atentos e isso me deu mais sensibilidade.

LEMBRE-SE SEMPRE: Criatividade nada mais é que solucionar problemas. Quando você enxerga uma necessidade e consegue resolver isso de uma maneira atrativa, diferente e interessante, você é uma pessoa criativa.

Confira as dicas:

Registre tudo: tenha um caderninho para registrar suas observações sobre o cotidiano. Registre tudo. Suas ideias mostram a sua evolução.

Faça coisas diferentes: quando se está engessado é importante buscar coisas novas. Conheça pessoas diferentes, descubra novas experiências. Isso será importante para ampliar a sua visão sobre a vida.

Identifique o problema: treinar o olhar é identificar o que os outros não enxergam.

Solucione um problema: perceba problemas que você pode resolver. Não adianta de nada notar que existe fome no mundo se você não pode fazer nada para mudar isso. O ideal é mudar as coisas dentro da sua comunidade e ampliar as atividades que façam um mundo melhor.






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Decolando para o futuro

O sorriso estampado no rosto e as mãos trêmulas não escondiam o nervosismo. Pela primeira vez, meninos e meninas moradores da região do Itatinga, em Campinas, viajariam de avião. Quando a aeronave partiu do Aeroporto Internacional de Viracopos com destino à Brasília, a emoção tomou conta dos jovens. “Eu chorei quando decolou. Agora tenho certeza que vale a pena acreditar nos sonhos”, conta a estudante Amanda Piva, 16 anos, que integra o grupo dos 17 jovens beneficiados pelo passeio.

Idealizado e organizado pela educadora Neusa Silva, de 64 anos, o projeto “Meu Primeiro Voo Cultural” surgiu em 2000 com a proposta de levar educação, cidadania e esperança para crianças carentes. Os jovens que conheceram Brasília são educandos do Cepromm (Centro de Promoção para um Mundo Melhor), entidade criada para atender filhos de mulheres envolvidas com prostituição ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Para sair do papel, o “Meu Primeiro Voo Cultural” contou com o apoio financeiro da Samsung, fábrica de produtos eletrônicos situada em Campinas que patrocinou o passeio dos jovens.

Além de garantir a viabilidade da viagem, a empresa campineira oferecerá vagas de trabalho aos estudantes atendidos pelo Cepromm por intermédio de um programa voltado para menores aprendizes. O objetivo da proposta é fazer com que o primeiro voo dos alunos não fique apenas em uma viagem de avião, mas seja passagem garantida para que os adolescentes decolem para o futuro. “Oferecer o passeio e a oportunidade de emprego é mostrar para eles que a educação abre portas. Sabemos que muitos desses jovens sofrem preconceito e por isso queremos mostrar que eles são capazes de criar um bom futuro e escrever a própria história”, relata a assistente social da Samsung, Priscilla Shibata, ao explicar sobre a transformação social que o projeto fornece aos beneficiados.


Para conquistar a viagem e ingressar no programa de emprego da empresa, os jovens precisam “suar a camisa” e mostrar qualidade nas atividades desenvolvidas em sala de aula. “É cobrado que eles tenham frequência na escola e no Cepromm, obtenham boas notas nas tarefas e demonstrem interesse nas atividades de ensino”, enumera a coordenadora do Cepromm, Fabiana de Angele Ferreira.

A estudante Maria Eduarda Sousa participou do projeto/ Foto: Thomaz Marostegan

Sonho vira realidade

A escolha de Brasília como destino da viagem não foi por acaso. A proposta dos realizadores foi unir educação e lazer no mesmo lugar e mostrar aos jovens o quanto é importante conhecer sobre a história do próprio país. Em um dia, eles visitaram locais como Câmara dos Deputados, Memorial JK (Juscelino Kubitschek), Palácio da Alvorada e a Catedral de Brasília.

“Eles foram em lugares que antes eles só viam pela televisão e isso mexe com a emoção deles. Optamos por Brasília porque é onde se define os rumos do Brasil. Na viagem eles aprenderam sobre leis, conheceram museus e entenderam como se comportar em público”, revela Neusa Silva sobre os benefícios da programação cultural.

Uma das beneficiadas pela viagem, a estudante Maria Eduarda Sousa Santos, 16 anos, faz questão de contar como o passeio mexeu com as expectativas que ela tem para o futuro. “Eu gosto de aprender e fiquei feliz que os meus estudos me proporcionassem essa oportunidade. Eu quero conhecer muitas coisas no futuro e experiências como essa fazem os sonhos ficarem mais reais e possíveis”, relata a jovem.

E Maria Eduarda possui um exemplo próximo para acreditar que a participação no “Meu Primeiro Voo Cultural” vai abrir oportunidades: o irmão dela, Lucas Sousa Santos, 18, participou do projeto há dois anos e conquistou sucesso na vida profissional e pessoal. “Eu também viajei e depois consegui emprego na Samsung. Hoje estou em outra empresa, mas foi essa oportunidade que garantiu as conquistas que tenho hoje", relembra ele. 

Assim como os irmãos Santos, depois do “Meu Primeiro Voo Cultural” a estudante Amanda Piva acredita que vai sonhar muito alto. “O mais perto que eu cheguei de um avião foi quando ele passava no céu em cima da minha casa e eu levantava a cabeça para ver. Estar nesse projeto me fez desejar muitas coisas. Eu vou estudar porque sei que isso vai garantir que eu tenha um futuro melhor”, afirma a menina ao explicar que antes de ser atendida pelo Cepromm não tinha ânimo para ir à escola. “Eu não gostava de estudar e por isso faltava nas aulas. Ficava o dia todo na rua. Depois de ir para o Cepromm, percebi que deixar de estudar foi um erro e agora me dedico na escola e também nas atividades da entidade. Além disso, ajudo a minha mãe em casa e quero estudar para ser uma pessoa bem de vida. Quero viajar para muitos lugares. E de avião”, enfatiza Amanda.

Conheça o projeto

As pessoas que tiverem interesse em conhecer o trabalho realizado pelo Cepromm podem entrar em contato pelos telefones (19) 32250080 ou 32250014. Também é possível visitar a entidade no endereço: rua Corumbataí, 254, Jardim Itatinga. 

Aqueles que desejam detalhes sobre o projeto “Meu Primeiro Voo Cultural” devem falar com a educadora Neusa Silva pelo e-mail institutonhl@gmail.com. Contatos com a Samsung podem ser feitos com Priscilla Shibata pelo endereço
 priscilla.s@samsung.com.

Amanda Piva planeja outras viagens de avião / Foto: Thomaz Marostegan


*A convite da Samsung e do projeto Meu Primeiro Voo Cultural, viajei até Brasília para produzir esse texto. Essa reportagem foi publicada no Metro Jornal Campinas.


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